Gestão - Alimentos & Negócios

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

VAMOS FALAR UM POUCO SOBRE ESTOQUES E OS ALIMENTOS?



Quando se trabalha com alimentos sabemos que se trata de produtos, muitas vezes, altamente perecíveis, levando os gestores à observância dos estoques da empresa. O estoque é, podemos assim dizer, a alma do negócio, pois nele está tudo que será oferecido no serviço, é o insumo de toda produção. Não pode faltar e também não pode exceder, no primeiro caso ocorreria à falta de produtos e em consequência a frustração por parte do cliente por não ser atendido de forma rápida e solicita, e no segundo caso seria por conta da receita, já que o estoque não deixa de ser lucro, despesas e investimento. Um bom planejamento para otimizar o investimento em estoque é fundamental, e não deve ser deixado de lado nos objetivos gerais da empresa.

PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA O CONTROLE DE ESTOQUES

Para se organizar um setor de controle de estoque, inicialmente deveremos descrever suas principais funções:

a)Determinar o que deve permanecer em estoque. Número de itens;

b)Determinar quando se deve reabastecer o estoque. Prioridade;

c)Determinar a quantidade de estoque que será necessário para um período pré-determinado;

d)Acionar o departamento de compras para executar a aquisição de estoque;

e)Receber, armazenar e atender os materiais estocados de acordo com as necessidades;

f)Controlar o estoque em termos de quantidade e valor e fornecer informações sobre sua posição;

g)Manter inventários periódicos para avaliação das quantidades e estados dos materiais estocados;

h)Identificar e retirar do estoque os itens danificados.
Fonte: http://www.coladaweb.com/administracao/controle-de-estoques-de-materiasprimas

OS PEPS

O método de controle de estoque PEPS é muito usado nas UANS (Unidades de Alimentação e Nutrição). Sua sigla significa “Primeiro que entra é o primeiro que sai”. Quando se trata de alimentos perecíveis esse método se torna eficiente por que não permite que produtos antigos e que estejam perto do vencimento saiam depois dos que estão mais novos ou com validades prolongadas. Pode ser acompanhado por uma ficha técnica onde se anotam os itens através de lotes e datas de validades. Outra coisa que se pode ser feita é colocar itens arrumados de forma que se retirem os mais antigos, posicionando-os na frente ou por cima .
Com esse método simples você pode evitar danos na saúde de seus clientes, organização no seu estoque e, observando desta forma, itens que não tem muitas saídas por ficar bastante tempo se rotatividade e evitando desperdícios futuros.
Em um outro momento falaremos mais detalhadamente sobre controle de estoques.
*
Imagem: http://go2.wordpress.com/?id=725X1342&site=gestaoderestaurantes.wordpress.com&url=http%3A%2F%2Fgestaoderestaurantes.files.wordpress.com%2F2009%2F11%2Fimage5.png

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Guia do manipulador e o Guia do cozinheiro





Estamos postando dois guias bastante simples e de bom entendimento referente a manipulação de alimentos, produção, segurança, enfim, tudo relacionado a cozinha e seus colaboradores.... boa leitura!











GUIA DO MANIPULADOR: http://www.turismo.gov.br/export/sites/default/turismo/o_ministerio/publicacoes/downloads_publicacoes/guia_manipulador.pdf
GUIA DO COZINHEIRO: http://www.turismo.gov.br/export/sites/default/turismo/o_ministerio/publicacoes/downloads_publicacoes/guia_manipulador.pdf

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

MOTIVE SUA EQUIPE DA FORMA CERTA


O que você sente quando seu trabalho é reconhecido? Lógico que muitos vão dizer coisas bem similares como- Fico realizado profissionalmente!
Todos nós já sabemos que o reconhecimento por uma tarefa realizada é o nosso maior impulsionador para alcançar novos objetivos.
Para um gestor, ter uma equipe motivada é um tesouro muito grande que ele não quer desperdiçar. Mas que tipo de motivação se enquadra a sua organização?
Bem, muitos formulam teorias sobre as necessidades humanas. É importante, antes de tudo, saber o que seus colaboradores precisam para não acarretar maiores frustrações. No meio coorporativo, a Teoria de Abraham Maslow (1908-1970) é a mais utilizada e comentada, sendo um referencial para analisar em que patamares estão os funcionários da empresa. Para Maslow motivação é o resultado dos estímulos que agem com força sobre os indivíduos, levando-os a ação, o que gera um Ciclo Motivacional na qual se uma necessidade for atingida outras necessidades virão. Serrano (2000) explica que quando o ciclo motivacional não se realiza, sobrevém a frustração do indivíduo que poderá assumir várias atitudes:
a. Comportamento ilógico ou sem normalidade;
b. Agressividade por não poder dar vazão à insatisfação contida;
c. Nervosismo, insônia, distúrbios circulatórios e ou digestivos;
d. Falta de interesse pelas tarefas ou objetivos;
e. Passividade, moral baixo, má vontade, pessimismo, resistência às modificações, insegurança, não colaboração, etc.
A teoria é representada de forma hierárquica piramidal, onde as necessidades básicas ficam da base e vão subindo chegando as necessidades de auto-realização. (Lara, Luca & Pivo;2000) explica que as hierarquias da seguinte forma:
Necessidades fisiológicas ou biológicas: constituem o nível mais baixo de todas as necessidades humanas, como as necessidades de alimentação (fome e sede), de sono e repouso (cansaço), abrigo (frio ou calor), ou desejo sexual (reprodução da espécie). Estas necessidades são relacionadas com a própria subsistência e existência do indivíduo.
Necessidades de segurança: constituem o segundo nível das necessidades humanas. Levam a pessoa a proteger-se de qualquer perigo real ou imaginário, físico ou abstrato: a busca de proteção contra a ameaça ou privação, a fuga ao perigo, o desejo de estabilidade, a busca de um mundo ordenado e previsível são manifestações típicas destas necessidades. Surgem no comportamento humano quando as necessidades fisiológicas estão relativamente satisfeitas.
Necessidades sociais: são as necessidades relacionadas com a vida associativa do indivíduo com outras pessoas. São as necessidades de associação, de participação, de aceitação por parte dos colegas, de troca de amizade, de afeto e amor. Surgem quando as necessidades mais baixas (fisiológicas e segurança) se encontram relativamente satisfeitas. Quando as necessidades sociais não estão suficientemente satisfeitas, a pessoa se torna resistente, antagônica e hostil com relação às pessoas que a cercam e as conduzem geralmente à falta de adaptação social e à solidão. Necessidades de estima: são necessidades relacionadas com a maneira pela qual a pessoa se vê e se avalia, isto é, com a auto-avaliação e auto-estima. Envolve a auto-apreciação, a autoconfiança, a necessidade de aprovação social e de reconhecimento, de status, prestígio e de consideração. A satisfação dessas necessidades conduz a sentimentos de autoconfiança, de valor, força, prestígio, poder, capacidade e utilidade. A sua frustração pode produzir sentimentos de inferioridade, fraqueza, dependência e desamparo, os quais, por sua vez, podem levar ao desânimo ou a atividade compensatória.
Necessidades de auto-realização: são as necessidades humanas mais elevadas e que se encontram no topo da hierarquia. São necessidades que levam cada pessoa a realizar o seu próprio potencial e de se desenvolver continuamente ao longo da vida. Essas necessidades estão relacionadas com a plena realização daquilo que cada pessoa tem de potencial e de virtual, da utilização plena dos talentos individuais.
De acordo com Maslow: "existe uma tendência natural pela qual os indivíduos se tornam cientes de cada uma dessas necessidades, sendo assim motivados por elas em ordem ascendente." (Montana & Charnov, 1999:205) Progredir na hierarquia de Maslow pode ser comparado a subir um degrau de uma escada por vez; estar ciente do próximo degrau pressupõe uma negociação bem-sucedida do degrau anterior.
As necessidades geralmente ficam nessa ordem sendo que, dependendo do ambiente e as condições, poderá haver uma inversão “Às vezes, a necessidade de segurança ultrapassa a necessidade de satisfação fácil das necessidades fisiológicas, como passou, por exemplo, os residentes de Kosovo, que escolheram deixar uma área insegura para buscar uma área segura, contando com o risco de ter maiores dificuldades para obter comida. Em caso de perigo agudo a segurança passa a frente das necessidades fisiológicas” (Site sua Mente).
É bom lembrar que quando se fala em motivação não se deve pensar somente nas questões monetárias, apesar de que o dinheiro supre grande parte das necessidades humanas, mas não todas elas. É obvio que você não só dará as premiações em dinheiro, mas também um reconhecimento merecido... os dois são o complemento um do outro. De acordo com Nelson (2007, pag. 12) Ainda que o dinheiro seja importante... o fator que motiva os colaboradores a se empenhar de verdade é aquele tipo de reconhecimento cuidadoso e pessoal que revela o verdadeiro apreço por um trabalho bem-feito. A motivação é mais forte quando o reconhecimento desperta emoção, realça um profundo sentido de valor e respeito e fornece uma história que o colaborador possa contar à família, aos amigos e parceiros, talvez por muitos anos.

O reconhecimento é algo que não se pode ver (intangível), mas será a primeira coisa que os seus funcionários lembrarão antes de dar outro passo para os objetivos tanto da empresa como pessoal.
*
Referencias bibliográficas: NELSON, Bob. 1001 maneiras de premiar seus colaboradores. Rio de Janeiro. Ed Sextante,2007.
Fontes: http://www.maurolaruccia.adm.br/trabalhos/lider1.htm.
http://site.suamente.com.br/a-piramide-de-maslow/
http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/maslow.htm
Imagens: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f7/Hierarquia_das_necessidades_de_Maslow.png
http://sorayaromano.files.wordpress.com/2008/08/motivacao1.jpg

Marketing de Alimentos.


Dizem que antes de qualquer coisa comemos é com os olhos, o que não deixa de ser verdade. O Marketing de Alimentos é uma prova disso. Está direcionado na promoção da venda do alimento e orienta a empresa de alimentos a oferecer ao consumidor um produto que ele deseja. Seria o produto perfeito?

 O público infantil muitas vezes têem uma grande influência na decisão da compra, embora seja os pais que estão comprando. Será? As propagandas apelativas ( alias todas são) a este público com produtos alimentícios saborosas e de aparência agradável aos olhos infantis são umas tentações, até aos nossos seriam e são. E elas acabam por influenciar e optar por esses produtos e os pais muitas vezes, se não em todas às vezes (posso até está sendo exagerada), cedem à elas. Entretanto pelo auto indíce de obesidade presentes em crianças e adolescentes os produtos vêem sendo modificado e as empresas tendo que oferecer mais opções saudáveis. 

Muitos produtos anunciados pela mídia em geral precisaram ser modificados por conter uma ingestão calórica nada saudável. A preocupação com o corpo começou a mudar a visão do consumidor em relação aos alimentos e as empresas estão se atualizando e se adequando a estas necessidades impostas pela sociedade.
Os anúncios de produtos vem ressaltando as qualidades e função nutritiva de tal produto ao consumidor, a fim de mudar a imagem de um produto apenas saboroso e de boa aparência, para um produto essencial e com valores necessários para ingestão diária. 

O Marketing de Alimentos é parte importante e integrante para uma empresa e/ou negócio. Saber como usá-lo é onde está a chave para o sucesso. Saber o que oferecer ao cliente também. Ter atenção e cuidado com o que é oferecido ao outro, como se este fosse você o faz ter uma visão mais apurada do negócio. e uma visão a longo prazo do seu empreendimento. A empatia deveria fazer toda a diferença, não? Ofereça o que gostaria que fosse oferecido à você. Eu sei que nem sempre funciona ou é aplicado desta forma. Está aí grandes empresas alimentícia que não me deixa mentir. Mas estamos mudando! Espero que sim.

Fonte das imagens: http://1.bp.blogspot.com/_v0vXxldx94E/S4QlhdDlgfI/AAAAAAAAAC4/fKzTDZ6uvZ4/s1600-h/german-supermarket-liquor.jpg
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

O Homem e os Alimentos - A Busca Pelo Equilíbrio

Existem grandes preocupações atualmente sobre qualidade de vida, bem estar, envelhecimento saudável, emagrecimento e beleza. Muitos encontraram na alimentação o equilíbrio para alcançar todas essas metas. Muitos artigos falam de dietas, chás, alimentação sem gordura trans, sem açúcar, e por ai vai à lista.
Mas qual seria a refeição correta para cada ser humano? Bem, é uma pergunta um tanto pessoas... vai depender de região e/ou país. Os nutricionistas recomendam que se siga uma dieta sem “restrições” (lembrando que só são para aquelas pessoa que possam comer de tudo, fora disso precisa-se procurar um especialista). Para facilitar o entendimento do que se pode comer e a quantidade é que foram criadas figuras gráfica (guia alimentar) chamadas pirâmides alimentares.
Nas pirâmides são distribuídas as quantidades a serem consumidas a partir da base até o topo, sendo os alimentos mais ingeridos ao menos ingeridos respectivamente.
Existem varias formas de pirâmides alimentares, sendo a mais comentada a pirâmide mediterrânea, ou dieta mediterrânea.
Por que tanta fama da dieta mediterrânea?

“Quem não gostaria de viver em um local que fosse reconhecido mundialmente pelo fato de seus habitantes apresentarem uma vida saudável, com os menores índices de doenças crônicas?
Pois, essa região é a mediterrânea! Formada por países de três continentes diferentes - Itália, Espanha, Grécia, Iugoslávia, França e Albânia (da Europa), Egito, Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos (da África), Turquia, Israel, Síria e Líbano (da Ásia) - onde todos são banhados pelo mesmo Mar: o Mediterrâneo.Apesar das inúmeras diferenças culturais, econômicas e sociais entre eles, certas características geográficas (clima, temperatura, solo) influenciaram sua agricultura e, conseqüentemente, seus hábitos alimentares, ao longo dos séculos.
A dieta dos países mediterrâneos é composta pelo alto consumo de frutas, hortaliças (verduras e legumes), cereais, leguminosas (grão-de-bico, lentilha), oleaginosas (amêndoas, azeitonas, nozes), peixes, leite e derivados (iogurte, queijos), vinho e azeite de oliva.
Mas, o que a faz diferente em relação à alimentação das outras regiões do mundo? Há um baixo consumo de carnes vermelhas, gorduras de origem animal, produtos industrializados e doces (ricos em gordura e açúcar).
Analisando os principais benefícios provenientes dos alimentos dessa dieta, temos:
Frutas e hortaliças: por conterem grande quantidade de fibras e antioxidantes (como beta-caroteno, licopeno, vitaminas E e C) previnem o câncer.
Cereais: são essencialmente fornecedores de energia para o organismo; mas, se forem integrais, também contribuem com vitaminas do Complexo B, vitamina E, selênio e fibras.
Leguminosas: são fonte de fibras e proteínas vegetais. As fibras combatem a constipação, evitam o câncer do cólon e reto (regiões do intestino grosso) e diminuem o nível do colesterol "ruim" (LDL) prevenindo o aparecimento das doenças cardiovasculares.
Oleaginosas: por possuírem ácidos graxos mono e poliinsaturados, as oleaginosas reduzem a chance da pessoa desenvolver a hipercolesterolemia (colesterol alto no sangue). No entanto, quem faz um plano alimentar, com objetivo de emagrecer, não deve exceder em seu consumo, pois apesar das inúmeras vantagens, elas são muito calóricas.
Peixes: são ricos em ácidos graxos ômega - 3, dessa forma, atuam contra o aparecimento de uma variedade de doenças, incluindo hipertensão, aterosclerose, doenças do coração e câncer.
Iogurtes: além de serem fonte de cálcio, contém lactobacilos (microorganismos vivos). O cálcio contribui para a prevenção da osteoporose e os lactobacilos beneficiam nossa flora intestinal, combatendo os
microorganismos patogênicos que possam estar presentes nos intestinos.
Vinho tinto: por possuírem uma alta quantidade de flavonóides (antioxidantes), o vinho tinto evita a formação de placas de gorduras na parte interna dos vasos sanguíneos (ateromas), e por conseqüência, diminui o risco para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares. De acordo com a cultura mediterrânea, o consumo do vinho tinto deve ocorrer durante as refeições, pois a presença de alimentos ameniza os efeitos tóxicos do álcool no organismo.
Azeite de oliva: é rico em fenóis (antioxidantes) e em ácido graxo monoinsaturado, sendo que o último atua no aumento da taxa do colesterol "bom" (HDL), favorecendo nosso coração. Segundo o costume do povo mediterrâneo, o ideal é consumi-lo diariamente, para temperar as saladas, regar um peixe ou carne que irá assar, fazer um arroz... Mas, não podemos esquecer que o azeite, assim como qualquer outra gordura, é calórico. Portanto, seu consumo não deve ser exagerado!
Podemos observar que os alimentos que compõem a dieta mediterrânea são fontes de vitaminas, minerais, ácidos graxos mono e poliinsaturados, fibras e antioxidantes. Além disso, são facilmente encontrados aqui, no Brasil. Portanto, se desejamos ter uma vida longa, com saúde; devemos iniciar a introdução desses alimentos em nossas refeições diárias.”
Lógico que não se deve esquecer-se da importância da atividade física no processo de bem estar, que é um complemento para a busca da Longevidade!
Imagens:

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Controle de Qualidade dos Alimentos




O Controle de qualidade dos alimentos tornou-se essencial para garantia de qualidade na produção alimentícia. O controle de qualidade começa apartir dos insumos até o seu produto final, pronto para o consumo.

São avaliados várias etapas da produção, além de contar com uma equipe técnica e outros pré-requisito como príncipios do HACCP, Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC). Que avalia a qualidade e segurança alimentar. Desta forma previnindo e atuando com ações corretivas no processo produtivo.

Também é aplicado treinamentos para os manipuladores. Ganhando tempo e qualidade na produção. Sem esquecer do Manual de Boas Práticas de Fabricação BPF, com normas de procedimentos. Assim como já foi definido aqui no tópico "Manual de Boas Práticas". Preenchendo corretamente os formulários e planilhas de monitoramento da produção. Realizando as análises microbiológicas, se por ventura for preciso usá-las para descobrir algum erro ou perigo que ocorreu durante a produção. E corrigindo-os posteriormente.

O Controle de Qualidade do Alimentos vai precisar de um bom planejamento e cuidado na hora de executar, sem esquecer de nem um detalhe por mais simples que seja. Verificando os produtos de limpezas e desinfeção que são utilizados pelos colaboradores e ou/ manipuladores, certificando-se do controle de pragas e o controle de água do abastecimento que é usada para produção.

Faça seu planejamento para uma produção efetiva e mantenha a qualidade dos alimentos!

AS 5 QUALIDADES DE UM LIDER

Semanticamente gerenciar é exercer funções de gerente, gerir, administrar. Liderar é direcionar, comandar, assumir a posição de líder em uma competição. É difícil acreditar, mas existem pessoas que ainda pensam que ser líder é a mesma coisa que ser gerente ou chefe. Diferente do que muita gente pensa, assumir um papel de liderança não está atrelado à função que você exerce em uma instituição ou em uma sociedade, ela está ligada a uma série de atributos, qualidades, que utilizadas por uma pessoa o proporciona uma posição de destaque mesmo que ela não assuma uma posição de chefia ou gerência. Dentro dessas qualidades podemos destacar cinco:
1.VISÃO Identificar uma oportunidade e persegui-la. Muitas pessoas sonham alto, mas o líder agita a si mesmo e aos os outros para perseguir o sonho. A visão envolve saber onde quer estar ou mesmo onde todos poderiam estar, e recusando-se a estabelecer qualquer coisa menor do que conseguir alcançar o sonho.
2.CRIATIVIDADE Algumas vezes, o potencial da liderança fica visível em algo tão simples quanto encontrar uma maneira melhor de fazer operações-padrão. Outros podem ficar satisfeitos em fazer a mesma coisa, do mesmo modo, dia após dia. Além de tudo, eles provavelmente não terão seus salários aumentados por serem mais inovadores. Mas um líder de verdade vê sempre uma maneira de fazer algo melhor, e nunca ocorre a ele a idéia de que não deva executá-la. Se for capaz de ser inovador com bastante freqüência, o futuro lhe reservará uma abundância de aumentos de salário.
3.CONFIANÇA Muitas pessoas confundem confiança com arrogância. Não estou falando sobre ser impetuoso ou arrogante. Confiança é uma característica de maturidade, uma confiança em si mesmo, que flui da convicção. Uma pessoa com real confiança acredita que suas idéias e habilidades têm valor, e assim consegue seguir adiante sem necessitar da validação de outras pessoas.
4.HONESTIDADE Naturalmente você não quer fazer negócios com pessoas que não dizem a verdade. Uma pessoa genuinamente honesta abstém-se da pretensão, optando por ser ela mesma, em dizer o que sente. Você saberá onde está sempre que tiver perto de um bom líder.
5.HUMILDADE Há uma diferença entre humildade e humilhação. O último é coberto por um senso de vergonha, fraqueza e falha e está sempre se desculpando por alguma coisa. Entretanto, alguém que é verdadeiramente humilde não se deixa levar para baixo; em vez disso, levanta os demais, considerando-os tão importantes quanto ele mesmo. Visão, Criatividade, Confiança, Honestidade, Humildade. O mais importante sobre essas características é que elas trabalham igualmente bem em todos os níveis hierárquicos, incluindo a sala da diretoria. Onde quer que esteja, seja quem for, concentre-se em desenvolver essas cinco qualidades e você fará a diferença no mundo.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/as_5_qualidades_de_um_lider/13888/
Imagem: http://ejecucion.files.wordpress.com/2009/01/liderejecutando.jpg

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

O Ambiente e o Cliente











"O ambiente é como o cartão de visitas do estabelecimento, uma prévia do que está por vir, no momento da refeição. A aparência importa na hora de escolher onde comer. Um cliente que chega a um restaurante e se depara com um ambiente escuro, pouco iluminado, imagina que o aspecto da cozinha e dos pratos é o mesmo. Um restaurante mal projetado passa a impressão de que a refeição terá o mesmo aspecto", diz a arquiteta Ana Paula Naffah Perez, diretora de projetos da C + A Arquitetura e Interiores.
Nada mais agradável do que está em um restaurante, bar ou lanchonete e ver, sentir e apreciar à alegre, um lugar amistoso, seguro e bem ambientado! Estes são, sem dúvida, uns dos quesitos importantes quando os clientes procuram um local no qual farão suas refeições. Em consequência diiso ocorre o aumento das vendas e lucro para o negócio.
De acordo com Freund (2005, pág. 135) a criação desse ambiente muitas vezes também depende do gerente, especialmente quando se trata da abertura de hotéis e restaurantes. Sendo sua opinião muito valiosa para o setor de compras no momento da escolha dos equipamentos e elementos que vão compor a cozinha, os restaurantes e os bares.
É preciso antes de montar um negócio saber quem é seu público-alvo, e daí, saber que tipo de ambientação se fará no estabelecimento. Quando se pretende criar algo típico de uma região como cantina italiana, aos restaurantes franceses, comida nordestina, etc., deve ter uma preocupação na forma como a decoração irá compor o lugar. Lógico que não é preciso fazer de uma forma rígida (até porque a sua criatividade é que fará o diferencial), mas deve se preocupar em criar uma realidade que remeta o cliente de está de fato no local imaginado. Música, painéis, cardápios e iguarias, vestimentas, iluminação, enfim, tudo deve ser analisado, planejado e executado de forma precisa.
Tenho a certeza que se seguir essa linha seu negócio irá prosperar.


Fontes da citação:http://www.bonde.com.br/bonde.php?id_bonde=1-32--53-20091127
Referencias Bibliográficas:FREUND, Francisco Tommy. Alimentos e Bebidas, Uma visão gerencial.Rio de Janeiro, Ed. SENAC Nacional.2005
Imagem: http://www.hoteleslucerna.com/slides/tijuana-restaurante-bar01.jpg

Fluxo de Caixa




O Fluxo de Caixa é a entrada e saída dos recursos, é a previsão de um determinado período baseado em dados atuais de um negócio ou empresa e requer cuidados, já que o sucesso de um negócio depende da eficácia do controle diária da despesa e receita. As despesas fixas, as que sempre estarão presentes independente do que se trata o seu negócio, como conta de luz, aluguel do estabelecimentos entre outros são geradoras de receitas.

Para a projeção do fluxo de caixa deve levar em conta:

Entradas

1) Contas a receber;
2) Empréstimos;
3) Vendas à vista.

Saídas

1) Contas a pagar;
2) Custos fixos;
3) Pagamento de empréstimos;
4) Compras à vistas.

O Fluxo de Caixa não é nem um bicho de sete cabeça como muitos pensam, vai exigir no máximo de você o conhecimento da soma e subtração. Creio que todos sabem essas duas operações matemática.

O Fluxo de Caixa vai previnir de certas surpresas em seu empreendimento, você terá conhecimento se seu negócio está positivo ou negativo. Lhe dando a chance de reverter a situação caso o seu Fluxo de Caixa não estiver positivo e caso esteja positivo e sobra no caixa a oportunidade de ampliar e investir e como investir no seu negócio. Você tem uma previsão mais prolongada da saúde financeira do seu empreendimento. Possuindo deste modo, informações de curto e longo prazo para alcançar as metas da empresa.

Ressaltando que o caixa deve ter sobra até para cobrir gastos e imprevistos, já que esses gastos não devem ser adiados, para evitar o efeito bola de neve. Então deverá que dispor para o pagamento das despesas todos os meses.

Essa ferramenta financeira é de total importância para que o seu negócio sobreviva por muito tempo, por todo tempo possível. Como foi dito antes, requer cuidado no procedimento dessa ferramenta. Caso não faça ou não saiba como fazê-lo contrate alguém e acompanhe o trabalho executado por ele.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Manual de Boas Práticas.





O Manual de Boas Práticas são normas de procedimentos que devem ser seguidos a fim de atingir um padrão de identidade e ainda mais de qualidade de um produto ou serviço na área de alimentos. São normas com práticas de higiene que deve ser seguido desde do manipulador de alimentos à compras e recebimentos de mercadorias e serviços de limpeza do local de trabalho. Para que assim sejam evitadas e ou diminuída as doenças pela contaminação por alimentos DTA’s (Doenças Transmitidas por Alimentos). Que podem ser causadas por microorganismos e/ou outras substâncias, tornando o alimento intolerante para a ingestão.

O Manual De Boas Práticas no setor de alimentos é essencial para um serviço de qualidade e seguro. O manipulador tem que ter cuidado com sua higiene pessoal, mantendo cabelo cortado, no caso das mulheres cabelos presos, unhas cortadas e mãos sempre bem higienizadas antes de manipular os alimentos, antes da cocção. E cuidado dobrado para que não haja a contaminação cruzada que é tópico de outro tema ainda ser abordado.

Alguns itens necessários para a elaboração de um Manual de Boas Práticas, lembrando que o Manual pode ser agregado outros itens conforme o serviço gerado pelo estabelecimento ou empresa.

1. Responsabilidade técnica (A pessoa que elabora o Manual de Boas Práticas);

2. Controle de saúde dos funcionários (Como exames médicos, adimissionais e laboratoriais, etc);

3. Controle de água para consumo (Como se certificar se a caixa d’água está sendo limpa periodicamente, pode ser determinada à limpeza pelo técnico conforme é utilizada, porém de preferência a cada seis meses, mantendo um programa de controle de pragas);

4. Controle de matérias-primas (Produtos para o consumo no serviço de alimentos, verificar o recebimento e estoque, visitar os fornecedores e cadastrando-os para melhor procedimento de produção e fazer a análise microbiológica);

5. Controle integrado de pragas (como moscas, ratos, baratas e outros vetores);

6. Visitantes;

7. Estrutura (Se a estrutura é adequada para a produção de alimentos, se há telas nas janelas, protetores nas lâmpadas, sendo necessário auditoria para avaliação da estrutura);

8. Higiene (Tanto a higiene do local de produção, alimentos como dos funcionários, avaliando produtos necessários para higiene de alimentos, determinando a limpeza e lavagem do ambiente e setor de produção, etc);

9. Manipulação;

10. Transporte (Recebimento dos produtos, quais são as condições de transporte).

Brasileiros Gastam R$ 70 Bilhões Por Ano Com Alimentação Fora do Lar

Os brasileiros gastam cerca de R$ 70 bilhões por ano com a alimentação fora de casa. Se somados os gastos das empresas com vales-refeição oferecidos aos seus funcionários, da ordem de R$ 14 bilhões, mais os gastos não cadastrados, como os feitos com a alimentação informal (barracas de rua, dogões, etc.) esse número pode chegar a R$ 100 bilhões/ano.

Esses dados são do especialista no mercado de alimentação fora do lar (food service), Enzo Donna, diretor da ECD Consultoria, que irá proferir palestra sobre o assunto nesta quarta-feira (7/11), às 20h, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda (PE), onde acontece a Fispal Nordeste 2007, principal feira do mercado de alimentos e bebidas promovida na Região.

Com a experiência de quem atua neste mercado há mais de 20 anos, o chileno Enzo Donna – há 30 no Brasil – apresentará dados sobre o desenvolvimento deste mercado na Região Nordeste. O estudo aponta, por exemplo, que Bahia e Ceará são os Estados onde a população mais gasta comendo fora de casa e, Pernambuco, por sua vez, é um dos Estados com maior diversidade gastronômica.

O especialista destacará também que as empresas precisam se preparar para atender o crescimento do food service, pois dentro de 10 ou 12 anos será preciso servir 80 milhões de refeições fora de casa/dia no País.

Hoje são servidas 47 milhões de refeições. Algumas das dificuldades a serem enfrentadas, segundo o especialista, são a necessidade de embalagens adequadas, principalmente para o delivery, e o incremento da malha distribuidora especializada para atender integralmente o mercado formado por cerca de 1,3 milhões de estabelecimentos do País.
“Sem isso, poderemos ter um colapso gastronômico, pois não vamos ter indústrias nem operadores preparados para esse crescimento”, adverte.

Sobre os gastos com a alimentação fora do lar, o especialista diz que o brasileiro gasta hoje cerca de 40% do seu orçamento doméstico com a alimentação. Desses, 25% são gastos com a alimentação fora de casa, o que já representa aproximadamente R$ 70 bilhões por ano.

No Nordeste, este percentual ainda é de 20%. Segundo o especialista, este fenômeno acontece, entre outros motivos, porque cada vez mais mulheres estão trabalhando fora de casa e não têm tempo para cozinhar.


Fonte: http://www.abrasel.com.br/index.php/atualidade/item/3052/

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Cuidado Com a Contaminação dos Alimentos.



Muitas empresas de alimentos, mesmo tendo idéias inovadoras, não se preocupam com a segurança alimentar adequadamente.

Quando falamos em segurança alimentar adequado nos referimos às normas que a ANVISA propõe em suas resoluções! Existem coisas que muita gente desconhece e ainda realizam no mesmo ambiente de produção a preparação e distribuição dos alimentos.

Presenciei vários fatos de irregularidade nos setores de UAN. Mas podem me perguntar: Eu faço tudo isso em casa e nunca tive problemas Ou isso é mania de limpeza (Transtorno Obsessivo Compulsivo), ou então frescura, etc. Bem, se é mania ou não, muitas empresas são fechada pela vigilância sanitária por ocorrências de denuncias relacionadas às doenças e infecções alimentares.

Ter seu próprio negócio no ramo de alimentos não basta para manter o empreendimento funcionando. É preciso saber organizar e entender sobre tudo que envolve os procedimentos técnicos e operacionais. Questões simples, porém importantes, como não mascar chicletes, usar Equipamentos de Segurança (EPI’s), verificação dos recebimentos, distribuição e armazenamento dos alimentos, entre outros.

E o importante de tudo é preparar sua equipe para seguir de forma clara e precisa tudo que é recomendado, já que são eles quem se tornam responsáveis, junto com você, na segurança alimentar.

Fonte do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=XcvsUjZO_to

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Alimentos & Negócios - Gestores




Os Gestores de Alimentos são Profissionais que atuam no âmbito administrivo na área de alimentos, em diferentes setores, em especial na organização e gerenciamento, controle de qualidade na produção e, ainda, na implantação e emplementação de novas técnicas de trabalho e consultoria à empresas e/ou instituições que visem melhorar os níveis de produtividade.

O Gestor de Alimentos atua em: Comissaria de bordo, Navios de turismos, Indústria de alimentos, Hospitais. E ainda Restaurantes comerciais e Hotéis.

O objetivo aqui é esclarecer e contribuir nessa área de amplo campo de atuação no setor de alimentos. Principalmente para você que atua e/ou tem um negócio nesse área.
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