Gestão - Alimentos & Negócios

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segunda-feira, 18 de março de 2013

Curso de Introdução ao Private Equity e Venture Capital para Empreendedores

Olá pessoal do Gestão Alimentos & Negócios!

Hoje temos uma dica para os empreendedores, tanto donos já de seu próprio negócio quanto os que pretendem ter um algum dia.




A dica é o curso de Introdução ao Private Equity e Venture Capital para Empreendedores da Fundação Getúlio Vargas, a qual oferece tanto cursos pagos quanto gratuitamente e todos sem excessão, excelentes!

 O curso Introdução ao Private Equity e Venture Capital para Empreendedores é um curso completo de iniciação ao Private Equity e Venture Capital para empreendedores. Com 40 horas de duração, o conteúdo está estruturado em oito módulos que abordam os seguintes temas: Empreendedorismo e Private Equity e Venture Capital; Características Gerais da Indústria e Aspectos da Captação de Recursos; Perfil dos Negócios em Private Equity e Venture Capital; Análise dos Investimentos e das Alternativas para os Empreendedores; Processo de Investimento e Aspectos Contratuais; Gestão e Monitoramento Contínuo; Desinvestimento e Retorno e Estudo de Casos.

Espero que se dediquem e aproveitem a dica!



quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Cursos Técnicos no Senai de Alimentos e Bebidas

Os cursos técnicos de alimentos e bebidas do SENAI são voltados para dar qualificação profissional técnica para alunos que já tenham concluído o ensino médio ou o estejam cursando.Neste artigo listamos os estados que disponibilizam este curso: AL, BA, CE, GO, MG, RJ, SC e SP.



Os cursos técnicos de alimentos e bebidas do SENAI são voltados para dar qualificação profissional técnica para alunos que já tenham concluído o ensino médio ou o estejam cursando.
Os cursos técnicos de alimentos e bebidas do SENAI visam habilitar profissionais para coordenar o desenvolvimento dos processos produtivos de alimentos e bebidas seguros, avaliar a qualidade das matérias-primas, dos insumos e dos produtos alimentícios e bebidas, além de garantir o funcionamento de máquinas, equipamentos e instrumentos, tendo em vista a produção para consumo humano e animal, de acordo com normas e legislações sanitárias, ambientais, de segurança no trabalho e da qualidade.



Se você quer fazer um curso técnico de alimentos e bebidas no SENAI, veja as opções abaixo:


CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL GUSTAVO PAIVA

Endereço: RUA PEDRO AMÉRICO , 18 POÇO

Cidade: MACEIÓ

Estado: AL CEP: 57025-890

DDD: 82 FAX: 3217-1615 Telefone: 3217-1600 / 1646

E-mail: coordadministrativa@al.senai.br



UNIDADE DENDEZEIROS

Endereço: AV. DENDEZEIROS DO BONFIM , 99 BONFIM

Cidade: SALVADOR

Estado: BA CEP: 40415-006

DDD: 71 FAX: 3312-3869 Telefone: 3310-9900

E-mail: sacsenai@fieb.org.br



CENTRO REGIONAL DE TREINAMENTO EM MOAGEM E PANIFICAÇÃO – SENADOR JOSÉ DIAS DE MACEDO

Endereço: Rua Benedito Macêdo , 77 Cais do Porto

Cidade: FORTALEZA

Estado: CE CEP: 60180-900

DDD: 85 FAX: 3421-5100 Telefone: 3421-5100

E-mail: senai-ce-certrem@sfiec.org.br



CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL HÉLCIO REZENDE DIAS

Endereço: RODOVIA DARLY SANTOS , S/Nº GUARANHUS

Cidade: VILA VELHA

Estado: ES CEP: 29103-610

DDD: 27 FAX: 3399-5806 Telefone: 3399-5800

E-mail: cephrd@findes.org.br



ESCOLA SENAI DE VILA CANAÃ

Endereço: RUA PROF. LÁZARO COSTA , 348 VILA CANAÃ

Cidade: GOIÂNIA

Estado: GO CEP: 74415-420

DDD: 62 FAX: Telefone: 3235-8100

E-mail: canaa.senai@sistemafieg.org.br



ENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL AMÉRICO RENÊ GIANNETTI

Endereço: AV. ANTÔNIO CARLOS , 561 LAGOINHA

Cidade: BELO HORIZONTE

Estado: MG CEP: 31210-010

DDD: 31 FAX: Telefone: 3422-5023 / 5030 / 5031

E-mail: arg@fiemg.com.br


PARA MAIORES INFORMAÇÕES DE OUTRAS LOCALIDADES, ACESSE:
http://www.sempretops.com/cursos/cursos-tecnicos-no-senai-de-alimentos-e-bebidas/





terça-feira, 31 de julho de 2012

Procon-AL promove curso virtual para consumidor conhecer seus direitos

O curso é gratuito e tem o objetivo de capacitar o cidadão para deixá-lo mais consciente e informado



O Procon/AL – órgão vinculado à Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos –, em parceria com a Escola Nacional de Defesa do Consumidor (ENDC) vai realizar um curso virtual para o consumidor. As inscrições começaram em 27 de julho e vão até o dia 6 de agosto, através do site: http://www.procon.al.gov.br./ / http://www.procon.al.gov.br/inscricoes/curso-virtual-para-o-jovem-consumidor

O curso é gratuito e tem o objetivo de capacitar o cidadão para deixá-lo mais consciente e informado sobre os seus direitos nas relações de consumo.

As aulas serão realizadas em módulos que abordarão diversos temas de consumo e vão começar no dia 18 de setembro, com duração de 60 horas.

As informações reunidas são organizadas em linguagem acessível e direta, facilitando para o consumidor tomar decisões mais maduras nas situações de consumo que permeiam o cotidiano.

"Vale ressaltar que após a conclusão da capacitação, os participantes vão receber certificados expedidos pela ENDC", explica o diretor de relações institucionais do Procon/AL, Leandro Azevedo.

O diferencial do curso é poder disponibilizar educação a distância sem se preocupar com as limitações geográficas. Para iniciar as aulas, os alunos só terão de acessar o site www.mj.gov.br/endc/virtual, a partir do login e senha que serão disponibilizados a partir da inscrição.




Fonte: http://www.maceioagora.com.br/noticia/2012/7/30/proconal_promove_curso_virtual_para_consumidor_conhecer_seus_direitos  
Imagem:
http://www.wallstreetfitness.com.br/fique_por_dentro/artigo/3484/procon-al-e-conselho-regional-de-educacao-fisica-fiscalizam-academias/

domingo, 10 de junho de 2012

Você está preparado para satisfazer os desejos dos seus clientes?


Imagine uma situação. Você tem uma empresa conceituada no ramo de festas, possui um Buffet de nome, onde serve variados tipos de pratos. Mas de repente, você se depara com um pedido de um cliente de ultima hora. O seu cliente muda alguns itens do cardápio por questões ideológicas ou religiosas. O que você faz? Diz que é impossível fazer o que ele pede, e manda ele se virar e arrumar alguém que faça por fora, ou  tenta surpreender o seu cliente e aceita esse desafio?
Muitas empresas ficam com a primeira opção por questões de comodismo. Tudo bem, nem todo mundo tem estrutura ou aptidão para fugir do tradicional, mas será que a satisfação do cliente poderia vir em primeiro lugar?
As vezes é bom está preparado para uma variedade de clientela, que uma empresa possa está disposta a atender. É importante, antes de fechar um negocio realizar uma pesquisa da preferência do cliente, se ele possui alguma crença ou doutrina, até um estilo de vida, e propor um cardápio que possa trazer o bem estar, a satisfação e a indicações futuras por prestar um serviço bem eficiente e eficaz.

Acessibilidade em bares e restaurantes

Olá,
Um assunto bastante importante para quem deseja abrir ou já tenha uma estabelecimento é a observância da  Acessibilidade. Permitir que o acesso de seu estabelecimento seja feito por todos é uma obrigação e um dever a cidadania as pessoas com deficiência.
A matéria abaixo mostra um pouco sobre esse assunto:

Assim que um empresário decide abrir um bar ou restaurante é necessário observar se o local já é acessível, ou se nele é permitido fazer reformas para adaptá-lo aos requisitos atuais de acessibilidade.
E o que é considerado um ambiente acessível? É definido como acessível um local livre das barreiras que impeçam o fluxo dos clientes pelo estabelecimento, desde a entrada.
E por que se preocupar com isto? A acessibilidade além de ser uma lei cada vez mais fiscalizada, é um ato de cidadania e mostra a preocupação que a empresa tem com as pessoas. Um espaço acessível facilita o deslocamento de todos, e consequentemente auxilia nos fluxos de funcionários e mercadorias. Também beneficia a visualização do cliente sobre determinado produto ou serviço, o que pode acarretar em aumento de vendas e a satisfação final do consumidor.
Abaixo seguem estão alguns itens da norma brasileira de acessibilidade para restaurantes, bares e similares:
1. É necessário que pelo menos 5% do total das mesas, com no mínimo uma, seja acessível à pessoa cadeirante. Esta porcentagem também é válida para o buffet e caixa. As mesas devem ser integradas às demais, para que sejam oferecidas todas as habituais comodidades e serviços disponíveis no local. Em alguns estabelecimentos observam-se certas incoerências em relação ao assunto, por exemplo, espaços destinados às pessoas com mobilidade reduzida localizados no segundo pavimento, com o acesso obrigatório realizado por escadas, ou mesas isoladas do restante do salão. O cliente está cada vez mais informado e percebe quando as adequações são excludentes.
2. O estabelecimento deve oferecer exemplares do cardápio em braile.
3. Atente-se para as medidas, principalmente em relação às alturas. Nos balcões de auto-serviço, a altura máxima é de 85 cm.Também é necessária uma área de aproximação de 90 cm. Veja a figura 1.
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4. Os caixas de pagamento e atendimentos rápidos devem possuir altura máxima de 105 cm do piso. Veja figura 2.
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E lembrem-se! Não devemos considerar somente como beneficiários os portadores de algum tipo de necessidade especial permanente, mas também os portadores de necessidades especiais momentâneas, que podem ser qualquer um de nós, em determinada época da vida. A gravidez, uma perna quebrada, torção no pé ou até mesmo uma gripe, deixam as pessoas incapazes de exercer uma atividade com a mesma intensidade. E nestes momentos, como seria bom se não existissem degraus, se o local fosse bem sinalizado, se as rampas e passeios tivessem a inclinação correta e demais condições de acessibilidade respeitadas.

Fonte: http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/index.php/2012/05/16/acessibilidade-em-bares-e-restaurantes/

Autoria: Drielly Madeira – Designer de interiores do escritório M&N Ambientes, pós-graduada em Gestão de Marcas e Identidade Corporativa. Site: http://www.mnambientes.com/; e-mail: contato@mnambientes.com Fone: (31) 3654 3013 // (31) 9821 4275

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Sal

Na mesma linha dos arrozes (que já foi postado anteriormente), colocamos a disposição uma reportagem sobre os diferentes tipos de sal existentes no mercado, ele que é o tal falado e muitas vezes temido quando o assunto é hipertensão. Para você melhorar, diferenciar e incrementar as refeições vale à pena dá uma olhada.

Versões ainda pouco conhecidas do tempero, como o rosa e o light, podem ser uma boa alternativa para reduzir o consumo de sódio, que, em excesso — bomba! —, altera até mesmo a forma do seu músculo cardíaco.

por Lúcia Nascimento
Design Ana Paula Megda
Fotos Alex Silva

O sal de cozinha já foi chamado de ouro branco e reinou no mundo dos temperos por séculos, mas não faz mais sentido falar dele como se fosse único. Afinal, cerca de 300 tipos do ingrediente são conhecidos hoje em dia. Oito deles estão nas páginas desta reportagem e, quem sabe, podem ganhar espaço na sua cozinha daqui pra frente. Todos dão um gostinho a mais ao prato, mas as semelhanças param por aí. Nem mesmo a quantidade de sódio, o principal componente desses condimentos, é idêntica entre eles.
E essa é uma ótima notícia para quem adora ter o saleiro por perto mas não quer prejudicar a saúde — pelo menos quando falamos das versões com doses menores de sódio. Isso porque o mineral, em excesso, pode causar estragos que vão muito além da hipertensão, seu malefício mais conhecido. Um estudo quentíssimo da Universidade de São Paulo prova que uma molécula conhecida como angiotensina II, formada constantemente na corrente sanguínea, poderia invadir os tecidos do coração quando o nutriente é consumido além da conta.
“Testes feitos com animais mostram que esse exagero induziria o aumento de volume das células do miocárdio, o músculo do órgão, o que modifica sua estrutura e leva à sua disfunção”, revela a biomédica Daniele Ferreira, autora da pesquisa. A consequência, em longo prazo, seria a falência cardíaca — um alerta que SAÚDE! dá em primeiríssima mão.
O assunto é prioridade entre as autoridades de saúde pública mundo afora. O governo americano acaba de sugerir que a recomendação de consumo diário de sódio passe a ser de no máximo 1 500 mg, ou meia colher de chá — uma redução de quase 40% com relação ao nível de consumo atual naquele país. “A medida exige negociação. O importante é criar uma cultura de promoção da saúde”, esclarece o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que, em junho, promoveu um encontro com a indústria alimentícia para propor a diminuição do sódio nos produtos brasileiros. Aqui, consumimos cerca de 4 800 mg do mineral por dia!“Se reduzíssemos a ingestão pela metade, os casos de hipertensão diminuiriam em torno de 15% e os infartos, em quase 7%”, afirma a epidemiologista Kirsten Bibbins-Domingo, líder de um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, que projeta a queda na incidência de uma série de doenças caso deixássemos a comida um tantinho menos salgada.
Para deixar o dia a dia, digamos, com pitadas a menos de sódio, não basta maneirar no consumo de produtos industrializados, que costumam vir recheados do mineral. Na verdade, a principal fonte do nutriente na nossa alimentação é o... saleiro. A conclusão é do endocrinologista Flávio Sarno, da USP, que catalogou dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. “Cerca de 70% do sódio que ingerimos vem do sal de cozinha e de condimentos à base dele usados nas preparações caseiras”, afirma. “Esse perfil de consumo é semelhante ao de outros países em desenvolvimento. Na Europa e nos Estados Unidos é que a maior fração do mineral provém de alimentos processados.”
Maneirar no uso do saleiro não é uma coisa do outro mundo. Que tal dar um sabor diferente às receitas experimentando novos temperos? Vale incluir os diferentes tipos de sais, ervas finas, alho e pimenta. E saiba que menos sal à mesa não é sinônimo de comida insossa. Muito pelo contrário. “A maioria das pessoas não percebe reduções de até 25% na quantidade do ingrediente usada nos alimentos. Pense nisso e modere o uso no seu prato”, avisa Flavia La Villa, que é professora de nutrição do Centro Universitário Senac, em Águas de São Pedro, no interior de São Paulo.
O sal de cozinha já foi chamado de ouro branco e reinou no mundo dos temperos por séculos, mas não faz mais sentido falar dele como se fosse único. Afinal, cerca de 300 tipos do ingrediente são conhecidos hoje em dia. Oito deles estão nas páginas desta reportagem e, quem sabe, podem ganhar espaço na sua cozinha daqui pra frente. Todos dão um gostinho a mais ao prato, mas as semelhanças param por aí. Nem mesmo a quantidade de sódio, o principal componente desses condimentos, é idêntica entre eles.
E essa é uma ótima notícia para quem adora ter o saleiro por perto mas não quer prejudicar a saúde — pelo menos quando falamos das versões com doses menores de sódio. Isso porque o mineral, em excesso, pode causar estragos que vão muito além da hipertensão, seu malefício mais conhecido. Um estudo quentíssimo da Universidade de São Paulo prova que uma molécula conhecida como angiotensina II, formada constantemente na corrente sanguínea, poderia invadir os tecidos do coração quando o nutriente é consumido além da conta.

Sal Comum

A ingestão de sódio por dia não deve passar de 2 400 mg, ou 1 colher, de chá de sal comum. O brasileiro consome o dobro. Já os americanos querem cortar essa porção pela metade
Sódio em 1 g: 400 mg

Light

“O sódio adere à parede das artérias e promove um estreitamento momentâneo, elevando a pressão. Assim, o coração precisa trabalhar mais”, explica o cardiologista José Luís Aziz, professor da Faculdade de Medicina do ABC, na Grande São Paulo. Por isso, quanto menos desse mineral um hipertenso consumir, melhor. E o sal light possui apenas metade da quantidade de sódio encontrada no sal branco refinado. É menos salgado e mais amargo, mas um alívio e tanto para as artérias. Só não é indicado para pessoas com problemas renais, por também conter cloreto de potássio. Quando os rins não funcionam direito, a substância se acumula no corpo e traz riscos ao peito.
Sódio em 1 g: 197 mg*

* As quantidades de sódio podem variar um pouco, dependendo da marca do sal. Os preços dos diferentes tipos listados por SAÚDE! também variam, chegando a mais de 100 reais o quilo para os mais raros. Podem ser encontrados em lojas e seções de produtos para gourmets. Em São Paulo, por exemplo, são vendidos no Empório Santa Maria (www.emporiosantamaria.com.br) e na Casa Santa Luzia (http://www.santaluzia.com.br/).

Rosa do Himalaia

Fornece mais de 80 minerais e cerca da metade do sódio encontrado no sal comum. Por isso, é uma opção interessante para hipertensos e para quem quer proteger o coração. É retirado da segunda maior salina do mundo, no Paquistão, a cerca de 300 quilômetros da Cordilheira do Himalaia. “Possui grande concentração de carvão purificado e sabor delicado. Desfaz-se facilmente na boca e mistura-se perfeitamente ao entrar em contato com alimentos quentes”, afirma a chef Cris Leite, professora de cozinha brasileira do Senac Rio. É muito usado na preparação de salmão, crustáceos, massas e saladas.
Sódio em 1 g: 230 mg

Negro

Também conhecido como Kala Namak, é obtido em reservas naturais da região central da Índia. Não espere encontrar nele um sal apenas com a cor oposta à do refinado: o sabor também é bem diferente. “O gosto se assemelha ao da gema do ovo, por causa da alta concentração de enxofre e ferro das salinas de onde é extraído”, explica Cris Leite. Tem textura crocante e é muito solúvel. “Por isso, é ideal para temperar molhos de saladas e de massas. Também pode ser usado no preparo de carnes e de qualquer prato da culinária indiana, com moderação.”
Sódio em 1 g: 380 mg

 Flor de Sal

É uma das versões mais delicadas, perfeita para dar um toque final à comida. O ideal é acrescentá-la ao preparo depois de desligado o fogo para não perder sua característica crocante. Combina com carnes vermelhas, mas deve ser usada em pequeníssima quantidade, por ter muito sódio. Além disso, esbanja magnésio, iodo e potássio. Forma-se na superfície das salinas, por ação do vento, e é composta de pequenos cristais. Existem vários tipos, mas o mais famoso é o da região de Guérande, no norte da França. Outras versões vêm de Algarve, em Portugal, e do Rio Grande do Norte, no Brasil.
Sódio em 1 g: 450 mg

Rosa do Peru

As reservas desse condimento foram criadas por um antigo oceano que secou e deixou seu sal preso nas montanhas do Vale Sagrado dos Incas. De lá, é colhido manualmente há mais de 2 mil anos. “A água salobra brota do subsolo em pequenas poças. Com a evaporação, dá origem aos cristais de tom rosado”, explica Flavia La Villa, do Senac Águas de São Pedro. Seus grãos têm um elevado índice de umidade, com uma aparência grudenta, além de um sabor forte. Está entre as opções com menor teor de sódio e é ideal para temperar peixes crus, frutos do mar e aves.
Sódio em 1 g: 250 mg

Defumado

“Tem gosto levemente adocicado e é cinza”, afirma a chef Heaven Delhaye, apresentadora do programa Heaven’s Kitchen, da TV Record News. Um dos países produtores é a França. Lá, o sal é defumado pela fumaça fria proveniente da queima de barris de carvalho usados no envelhecimento de vinho. Mas também pode ser produzido em casa. Para isso, basta colocar o sal comum em contato com a fumaça da queima de uma madeira aromática — como carvalho ou cerejeira. É bastante versátil e combina com pratos vegetarianos, carnes, aves e peixes. Mas controle-se: tem quase a mesma quantidade de sódio do sal comum.
Sódio em 1 g: 395 mg

Havaiano

“A esse sal se adiciona um tipo de argila vulcânica que contém óxido de ferro. Por isso, tem tom avermelhado e sabor ferroso, mas suave”, afirma Flávia Morais, nutricionista e coordenadora do Departamento de Nutrição da rede de lojas de produtos naturais Mundo Verde. No Havaí, é indicado para complementar a dieta de pessoas com carência de ferro. Vai bem com molhos, saladas, vegetais e grelhados de carne vermelha. Seus grãos são um pouco mais espessos que os do sal comum. A quantidade de sódio, entretanto, é alta — por isso, deve ser usado moderadamente.
Sódio em 1 g: 390 mg

Azul

Popularmente conhecido como sal marinho, é um dos tipos mais raros, extraído de uma mina localizada no Irã. “Fica delicioso com fois gras, mariscos e carnes porque potencializa o sabor natural dos alimentos mais que os outros sais”, revela Heaven Delhaye. É minimamente processado e por isso preserva melhor seus nutrientes, além de não receber aditivos químicos. “Apesar de parecer bem forte à primeira saboreada, quase imediatamente se torna suave, deixando um gosto sutil ao preparo”, diz Heaven. A cor azul se deve à forma como os cristais desse sal refletem a luz.
Sódio em 1 g: 420 mg.
Faça seu próprio tempero
Que tal preparar uma mistura de sal e ervas para reduzir o consumo de sódio? Marcelo Bergamo, coordenador do Curso de Tecnologia em Gastronomia da Universidade Metodista de São Paulo, ensina uma receita simples:
›› Junte pelo menos uma erva saborosa — salsão, orégano, manjericão ou outra de sua preferência — com sal grosso. Quanto mais ervas, melhor.
›› Deixe descansar até secar a umidade da planta e, em seguida, triture a mistura no liquidificador.
O resultado será um sal extremamente aromático, que pode ser usado no lugar do sal comum em menores quantidades, porque o sabor das ervas dará uma bela compensada. “A mesma preparação pode ser feita com erva-doce ou cravo. Ou ainda com raspas de cítricos como limão e laranja”, sugere Bergamo.

E o iodo?
O sal comum está lotado desse mineral, que é de extrema importância para o bom funcionamento da tireoide, glândula na base do pescoço que produz hormônios para regular o funcionamento de todo o corpo. Assim, ao reduzir o tempero na dieta, deve-se incluir outras fontes de iodo à mesa, como peixes e frutos do mar.

Sódio em excesso
Ao consumirmos a quantidade de alimentos abaixo, extrapola-se fácil, fácil a recomendação diária de 2 400 mg do mineral:

›› 15 azeitonas verdes pequenas

›› 6 pães franceses

›› 7 salsichas

›› 50 biscoitos de água e sal
Produção de objetos: Andréa Silva/Produção Culinária: Sílvia Marques

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Elaboração de Cárdápios



Primeiro um breve esclarecimento sobre a função dos nutrientes que compõe os alimentos, os quais estão divididos em:

  • Macronutrientes que são os glicídios, as gorduras e os carboidratos.
  • Micronutrientes: vitaminas e os sais minerais.
Os alimentos tem função importante como papel  psicofísico, causa estímulo emocional, estímulo de fome e saciedade, como também é um agregador social.

Agora entraremos em uma das regras para a elaboração de cardápios:
  • É necessário estudar a população, a qual se destina o seu serviço;
  • Ter clientela definida;
  • Saber escolher os alimentos destinado à preparação das refeições;
  • Preparações que serão oferecidas;
  • E o custo dos pratos.
Darei a noção de um cardápio básico.

Pode se dividir em:
  • simples;
  • moderados;
  • requintados.
 Ao se planejar um cardápio para um restaurante e/ou uma instituição deve-se obedecer à seguinte ordem:
  • Entrada: sopa, salgado frio ou quente, e salada cozida ou crua;
  • Prato principal: Carnes em geral;
  • Guarnição: Acompanha o prato principal. Normalmente utiliza-se um vegetal ou uma massa;
  • Prato base:  arroz e feijão ou leguminosa seca;
  • Sobremesa: doce ou fruta;
  • Complementos: temperos e molhos.

Deve-se evitar alguns pontos ao se elaborar os pratos para o cardápio:

  1. Preparações muito calóricas;
  2. Alimentos que contenha a mesma cor;
  3. Alimentos com a mesma consistência;
  4. Evitar alimentos com as mesmas características;
  5. Não devem incluir alimentos da mesma família.

Dica: A criatividade de quem gerencia é fator fundamental, pois, torna o serviço mais eficiente e agradável.

    terça-feira, 19 de abril de 2011

    Dicas para comprar peixes para a Semana Santa

    Consumidor deve estar atento ao armazenamento e higiene, diz Procon-MT.
    Saiba também como escolher camarão, lula e marisco.
    http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL355189-5598,00-DICAS+PARA+COMPRAR+PEIXES+PARA+A+SEMANA+SANTA.html

    O consumo de peixes e frutos do mar aumenta na Semana Santa, quando muita gente evita o consumo de carne vermelha. Mas, para comprar peixes e frutos do mar, são necessários alguns cuidados.
     A Superintendência de Defesa do Consumidor de Mato Grosso (Procon-MT) diz que a principal preocupação deve ser em relação às condições de armazenamento e higiene do produto.
     No supermercado, o pescado deve estar exposto em balcão frigorífico, e na feira, envolto em gelo picado, sempre protegido do sol e de insetos.
     O feirante ou vendedor deve usar luvas e avental ao manusear o produto. O consumidor deve ficar atento também à instalação de toldos vermelhos nas feiras. Segundo o Procon, o tecido pode "maquiar" a cor do peixe.
         
      Embalagem
    Peixe congelado e vendido em embalagens não pode estar em balcão superlotado, pois isso impede a circulação de ar refrigerado e compromete a qualidade. É necessário verificar se o produto tem selos de inspeção federal ou municipal, data de acondicionamento e prazo de validade.

    Os produtos congelados devem ser conservados sempre a temperaturas inferiores a 18ºC e resfriados abaixo de 0ºC. O consumidor pode checar se há presença de água, pois isso indica que o balcão foi desligado ou teve a temperatura reduzida -- e isso pode prejudicar a qualidade.
         
      Aparência
    A aparência do pescado também deve ser verificada. Pressione os dedos para constatar a firmeza da barriga do peixe e veja se os olhos estão brilhantes e salientes. Também é preciso checar se as guelras estão vermelhas e se as escamas estão presas ao corpo.

    Bacalhau e outros peixes secos não devem apresentar manchas vermelhas ou pintas pretas no dorso nem umidade, o que pode indicar presença de bactérias. Observe o sal grosso se desprendendo - significa que o bacalhau não está úmido, pois se estivesse a umidade "sugaria" o sal.

    terça-feira, 12 de abril de 2011

    Como sincronizar o seu marketing no mundo real e no virtual


    Hoje em dia é impossível pensar em uma campanha de marketing sem planejar suas ramificações no mundo on-line: quais serão suas contrapartes no mundo virtual, qual será seu papel nas mídias sociais, etc.
    O site HubSpot escreveu uma artigo para o Mashable, outro site que deve ser leitura obrigatória para qualquer empreendedor, dando algumas dicas sobre como sincronizar o marketing nesses dois universos. Confiram algumas:

    Crie uma mensagem unificada

    Segundo Grant Powell, CEO da agência Pomegranate, tudo começa com uma mensagem unificada. Sem essa base forte, você pode ser o quão criativo você quiser, e gastar quanto dinheiro possuir, mas sua campanha vai parecer desconjuntada no melhor estilo Frankenstein. Grant sugere a criação de um único, consistente e conciso guia de comunicação para ser aplicado a todos os meios envolvidos.

    Tenha certeza de que tudo apareça primeiro no universo on-line

    O universo virtual é uma boa oportunidade para você criar momentum para sua campanha em outros meios. Comece, portanto, dando pistas ou iniciando o marketing pela internet, em redes sociais como o Facebook. Há uma audiência social na internet bem maior do que aquela que irá presenciar sua campanha fisicamente, no mundo offline, esperando para poder compartilhar suas opiniões com outras pessoas.

    Compartilhar é essencial

    Muitas pessoas não poderão estar presentes para presenciar uma representação física e ao vivo de suas campanha. Ainda assim, pessoas que estiverem vão querer compartilhar isso com elas, portanto deixe claro por que meios elas poderão fazer isso. Determine os canais digitais que você quer que sua audiência use para conversar entre si dentro de sua campanha. E faça com que eles os conheçam com antecedência. Nisso, tudo vale: compartilhar por celular, Twitter, Facebook, etc.

    domingo, 27 de junho de 2010

    Vamos pedir comida pela net?



     A nova idéia atualmente para agradar aos consumidores e facilitar sua comodidade com relação a pedidos e entrega de alimentos é a internet. Bem, a idéia não é tão nova assim, mas está ganhando força para segurar uma fatia do mercado pelas empresas de alimentação. No Brasil são poucas empresas que disponibilizam tal serviço de delivery de comida, mas as que já aplicam garantem que o investimento vale à pena.
    A diferenciação dos pedidos feitos pela internet aos de telefones e que aqueles possibilitam as pessoas visualizar as refeições, comentários realizados por clientes (em alguns casos), e a variedade de buscas pelo serviço disponível na região onde mora sem ter que ficar olhando longamente a lista telefônica.

    Um artigo bem interessante mostra a força dessa vertente do mercado alimentício. Vale à pena ler.



    Comida pela internet

    O casal Eduardo e Elisângela sempre escolhe e pede comida pela internet. Em São Paulo, eles fazem pedidos em diferentes restaurantes. Já são fregueses on-line e gastam por mês até R$ 300.“A principal vantagem é que eu não preciso ter o cardápio em mãos. Assim, como eu ando sempre com meu notebook, eu trabalho em vários lugares, onde eu parar, eu consigo ter um cardápio on-line na hora e eu posso fazer o pedido”, diz o cliente Eduardo Regioli. Os empresários – Marco Antonio Corradini e Luis Carlos Jares - criaram o portal de restaurante na web. Lá, ficam centralizados os cardápios de vários restaurantes de São Paulo. A empresa começou a funcionar em 2005. O investimento na instalação do projeto foi de R$ 200 mil. Na verdade, este portal é uma espécie de praça de alimentação virtual. O sistema instalado pelo portal restaurante web é sofisticado. Duzentos restaurantes parceiros já estão cadastrados. Para o cliente internauta, fazer o pedido on-line, primeiro ele coloca o CEP do endereço onde o pedido será entregue. O sistema indica os restaurantes que atendem na região. Aí, é só escolher o restaurante e o prato preferido. Ao clicar para confirmar, são solicitadas informações do cliente: nome, endereço, e-mail e telefone.O internauta só paga a taxa de entrega cobrada pelo restaurante. O uso do portal é gratuito. Já o restaurante recebe a informação do pedido por um sinal sonoro. O sistema do portal delivery tem capacidade de receber ao mesmo tempo até cem pedidos on-line. No restaurante, um funcionário monitora todos os pedidos que chegam pela internet. E logo a cozinha começa a preparar o prato.
    O empresário Alexandre Levy – dono de uma pizzaria – participa do portal de restaurantes de delivery on-line. Para ele, o sistema eliminou um problema comum nos pedidos de pizza.
    “Muitas vezes a pessoa liga para cá e faz o pedido por telefone. Então ela pede: meia calabresa e meia mussarela. Metade sem cebola, metade com azeitona. O pizzaiolo faz exatamente como ele pediu. Aí chega lá e ele fala ´não é essa a pizza que eu pedi!´. Então, ele pedindo pela internet não tem como sair errado”, comenta Alexandre Levy, dono da pizzaria.
    Para participar do portal, cada restaurante paga uma taxa de adesão de até R$ 600. O percentual das vendas on-line varia de 5% a 8%. Para o portal, cada restaurante é um importante parceiro.
    “A gente é parceiro no tocante a venda. Quanto mais vender, obviamente vai ter participação maior”, aponta o empresário Marco Antônio Corradini.
    O empresário Roberto Magalhães é dono de uma rede de pastelaria. Há seis meses, ele implantou o sistema delivery on-line, que hoje é responsável por 15% das vendas.
    “A gente vai passar de 50% muito rápido. Porque as pessoas querem a praticidade da internet, você elimina o atendimento fonado, elimina erros. A pessoa escolhe, coloca no carrinho, aperta enter. Vai sair na cozinha o pedido e ponto final. Vai sair o que ela pediu”, explica Roberto Magalhães, dono de pastelaria.
    A consultora Adriana Furquim acredita que no máximo, em cinco anos, a internet vai dominar o sistema de delivery dos restaurantes no Brasil. Para ela, os empresários devem se preparar e implantar a ferramenta no negócio para ter um diferencial competitivo.
    “A partir do momento que você tem o seu restaurante já informatizado, o delivery, ele não vai ter um custo diferente pra você. Você não vai agregar custo. Você, na verdade, vai estar redirecionando o custo de um atendente pra uma participação nessa empresa, que está te dando a tecnologia. Então é uma parceria. Esse é o diferencial competitivo, como a gente chama, para os novos empresários do mercado”, aponta Adriana Furquim, consultora de restaurantes.
    Encontre esta reportagem em:



    Lista de serviços  de delivery pela internet:









    http://www.restauranteweb.com.br/capaRestaurante.cfm?CFID=7840278&CFTOKEN=75737215&codRestaurante=110&codFilial=1&tipo=cep&cep=00000000&origem=RW&indicaCep=sim1

    quarta-feira, 19 de maio de 2010

    Alimentação Saudável

    A sabedoria popular diz que “você é o que come”. Os alimentos que ingerimos tem um grande impacto na nossa saúde. Ao alimentar-se de forma correta reduzimos o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, dislipidemias, obesidade, além de proporcionar bem estar físico e mental.
    Uma boa nutrição fornece ao organismo nutrientes para manter o sistema imunológico saudável e permite ao corpo executar tarefas diárias com facilidade.
    Lembre-se, não existem na realidade bons ou maus alimentos – moderação e equilíbrio na alimentação são as chaves para ser saudável. Os alimentos devem ser apreciados, é possível comer refeições deliciosas e bem preparadas que são simultaneamente saudáveis.
    As principais características de uma alimentação saudável são:

    Valorize os alimentos e preparações de sua região: Aproveite as épocas de safra de cada alimento. Ao consumir produtos frescos, o sabor e o valor nutricional são diferentes.
    Consuma alimentos in natura: O consumo de legumes, verduras e frutas in natura, ou seja, sem cozimento, é uma importante forma de aproveitar melhor os nutrientes, conhecer o sabor e textura dos alimentos e consumir fibras.
    Varie sua alimentação: O consumo de vários tipos de alimentos fornece diferentes nutrientes necessários para o organismo, evitando a monotonia alimentar.
    Tenha uma refeição Colorida: Esta é uma forma de garantir a variedade principalmente em termos de vitaminas e minerais e também a apresentação atrativa das refeições, aguçando o seu paladar.
    Tenha uma refeição Harmoniosa: Adeque as porções dos alimentos escolhidos em seu prato de acordo com a pirâmide alimentar, faça refeições em local calmo, mastigue bem os alimentos, atente-se ao que você ingerindo. Reuna as pessoas que você gosta à mesa e tenha um momento agradável.
    Prepare e consuma refeições seguras: Limpe e cozinhe bem os alimentos. Os alimentos crus devem ser higienizados, as carnes e os ovos não devem ser consumidos crus, respeite o prazo de validade dos alimentos. Desta forma você evitará a contaminação dos alimentos e terá uma refeição saudável.
    Não pule refeições: Faça pelo menos 3 refeições (café da manhã, almoço e jantar) e 2 lanches saudáveis por dia. Desta forma seu intestino funciona regularmente e seu metabolismo está sempre em alta atividade.

    • O conceito da pirâmide alimentar foi desenvolvido como uma forma didática de se estabelecer um modelo de alimentação saudável.
    • A base larga indica os alimentos que devem ser consumidos em maior quantidade e a medida em que vai se estreitando, indica alimentos que devem ser ingeridos em menor quantidade.
    • Cada um desses grupos de alimentos fornece um pouco, mas não todos os nutrientes que um indivíduo precisa.
    • Os alimentos em um grupo não podem substituir os de outros.
    • Nenhum grupo alimentar é mais importante que outro. Para ter uma boa saúde, cada indivíduo precisa de todos os grupos.

    Base: são alimentos energéticos (Cereais, pães, raízes e tubérculos). Recomendado: 7 a 11 porções/dia

    Segundo degrau: são alimentos reguladores (frutas e hortaliças – importante aporte de vitaminas, minerais e fibras).
    Recomendado: 3 porções de frutas e 3 porções de hortaliças/dia.

    Terceiro degrau: são alimentos construtores (leite e derivados, carnes, ovos e leguminosas).
    Recomendado: 3 a 5 porções/dia.

    Topo da pirâmide: são os energéticos extra (óleos, gorduras e açúcares).
    Recomendado: 1 a 2 porções/dia.

    Conhecendo os Macro-Nutrientes:

    Carboidratos
    A função é fornecer energia para o corpo humano, é com a energia obtida dos Carboidratos que temos força para andar, correr e trabalhar.
    A energia dos Carboidratos é importante também para manter a temperatura do corpo estável, por isso os alimentos ricos em Carboidratos são chamados combustíveis e formam a base da pirâmide alimentar, devem constituir 60 % da nossa ingestão diária, ou seja, de 7 a 11 porções /dia, 1g de Carboidrato fornece 4 Kcal.
    Alimentos ricos em Carboidratos são: pães, cereais, farinhas, batata, mandioca, frutas e doces.

    Proteínas
    São responsáveis pela construção e formação dos músculos, ossos e sangue; pelo crescimento e desenvolvimento do organismo em geral; renovação dos tecidos; formação de células, hormônios e enzimas.
    São alimentos construtores e constituem o meio da pirâmide alimentar, devem constituir 25% da ingesta diária ou 3 a 5 porções/dia, 1 g de proteína oferece 4 Kcal. As principais fontes de proteínas são as carnes, ovos, leite e leguminosas.

    Lipídeos
    Sua função: proteger os órgãos vitais do corpo, transportar vitaminas lipossolúveis (A,D E K) e formação dos neurônios.
    Formam o topo da pirâmide juntamente com os açúcares (Carboidratos simples), devem constituir 15% da ingesta diária, ou 1 a 2 porções por dia, 1g de lipídeo fornece 9 Kcal.

    São subdivididas em:

    • Saturadas – gordura sólida, encontrada em alimentos de origem animal e em alimentos industrializados.
    • Insaturadas – gordura líquida, encontrada em óleos vegetais.

    Como o consumo de alimentos industrializados tem aumentado nos últimos anos, a conscientização da indústria é uma importante ação para quem busca a alimentação saudável, principalmente no que diz respeito ao lançamento de alimentos mais saudáveis, com menos teores de sódio, gorduras ou açúcares.
    A busca de tecnologias e processamentos que preservem os nutrientes ou não modifiquem sua composição (por exemplo gordura trans) é fundamental para alcançarmos o êxito de promoção da alimentação saudável para todos os consumidores de alimentos industrializados.

    terça-feira, 27 de abril de 2010

    Qualidade Nutricional e Sensorial na Produção de Refeições


    A alimentação é uma das atividades mais importantes do ser humano, tanto por razões biológicas óbvias, quanto pelas questões sociais e culturais que envolvem o comer. Assim, o ato de se alimentar engloba vários aspectos que vão desde a produção dos alimentos até a sua transformação em refeições e disponibilização às pessoas.
    A segmentação inicial, no mercado de alimentação, refere-se às refeições feitas em casa ou fora de casa.
    Considerando-se as refeições fora de casa, propõem-se a segmentação em alimentação coletiva e alimentação comercial, e a utilização de uma denominação comum a ambas, qual seja, Unidade Produtora de Refeições (UPR).
    A diferença primordial entre as duas categorias de UPR, coletiva ou comercial, refere-se ao grau de autonomia do indivíduo em relação à unidade. Quer dizer, o quanto o comensal, cliente, paciente, usuário – denominações variadas que designam o ser humano que vai se alimentar nessas unidades – pode escolher entre alimentar-se ali ou não. Na alimentação coletiva, o ser humano apresenta uma relação de catividade com a UPR, a qual é designada de Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN). Os níveis de catividade variam, indo desde a dependência quase total, caso dos hospitais, creches ou trabalho em locais isolados (plataformas de petróleo, por exemplo), até a dependência relativa, caso dos locais de trabalho nos centros das cidades ou dos restaurantes universitários, por exemplo.
    As UANs podem ser localizadas no subsetor trabalho, quando abarcam as diferentes formas de servir refeições para trabalhadores; no subsetor saúde e assistência, englobando desde hospitais e ambulatórios até as distintas modalidades de assistência – asilos, orfanatos... Quando estão no subsetor ensino, referem-se às refeições servidas nos diversos níveis, da pré-escola à universidade. E, como outros, temos, por exemplo, prisões. Destaca-se, ainda, o atendimento de refeições a bordo de aviões, uma modalidade denominada catering que, embora tenha várias características da alimentação comercial, pelo nível de catividade dos comensais, caracteriza-se como alimentação coletiva.
    Segundo Teixeira et al. (1990), uma Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) pode ser considerada um subsistema desempenhando atividades fins ou meios. No primeiro caso, como atividades fins, podem ser citados os serviços ligados a hospitais e centros de saúde, que colaboram diretamente com a consecução do objetivo final da instituição, uma vez que correspondem a um conjunto de bens e serviços destinados a prevenir, melhorar e/ou recuperar a população que atendem.
    No segundo caso, ou seja, como órgãos meios, podem ser citados os serviços ligados a indústrias, instituições escolares e quaisquer outras que reúnem pessoas por um período de tempo que justifique o fornecimento de refeições. Nesses, desenvolvem-se atividades que procuram reduzir índices de acidentes, taxas de absenteísmo, melhorar a aprendizagem, prevenir e manter a saúde daqueles que atendem. Colaboram, assim, para que sejam realizadas, da melhor maneira possível, as atividades fins da entidade.
    O objetivo de uma Unidade de Alimentação e Nutrição é o fornecimento de uma refeição equilibrada nutricionalmente, apresentando bom nível de sanidade, e que seja adequada ao comensal, denominação dada tradicionalmente ao consumidor em alimentação coletiva. Esta adequação deve ocorrer tanto no sentido da manutenção e/ou recuperação da saúde do comensal, como visando a auxiliar no desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis, a educação alimentar e nutricional. Além desses aspectos ligados à refeição, uma Unidade de Alimentação e Nutrição objetiva, ainda, satisfazer o comensal no que diz respeito ao serviço oferecido. Este item engloba desde o ambiente físico, incluindo tipo, conveniência e condições de higiene de instalações e equipamentos disponíveis, até o contato pessoal entre operadores da UAN e comensais, nos mais diversos momentos (Proença, 1997).
    Já as UPRs comerciais devem conquistar os seus consumidores a cada momento, pois eles não apresentam obrigatoriedade nenhuma com relação à unidade. Essas unidades abarcam desde as distintas modalidades de restaurantes comerciais (por peso, à la carte), os serviços de hotelaria, as lanchonetes e unidades de fast-food, bem como as outras modalidades de serviço de refeições, incluindo os ambulantes em diversos níveis.

    Este artigo é um resumo. O artigo em sua íntegra pode ser encontrado na revista Nutrição em Pauta, edição Novembro/Dezembro 2005
    Fonte: http://www.nutricaoempauta.com.br/lista_artigo.php?cod=469

    quarta-feira, 24 de março de 2010

    Vinhos

    Vinhos e páscoa já viraram tradição em muitas mesas brasileiras por conta do simbolismo. Na minha casa é o que não pode faltar e é a única data em que todos tomam, sem exceções.

    Por mais que eu goste dessa bebida, fica sempre a dúvida sobre combinações... já que o VINHO é algo bastante pessoal (na minha opinião).

    Por esse motivo andei pesquisando algo para ajudar os leitores na escolha e topei bem um site sobre a harmonia de vinhos e alimentos. Espero que gostem, apesar de que discordo de um ponto: chocolates e vinhos, de certa forma combinam!!!


    Harmonização de Vinhos e Alimentos

    A Enogastronomia
    Há séculos o vinho é o acompanhante ideal para as refeições. Na Europa, as famílias produziam seu vinho caseiro a partir de pequenos vinhedos em suas terras, tendo sempre sua companhia à mesa.
    Com a evolução da vinicultura, uma grande diversidade de vinhos se tornou disponível, a partir de diversas variedades de uva cultivadas, de métodos diferenciados de elaboração e da importação de vinhos de outras regiões.
    O conceito de Enogastronomia envolve a escolha pormenorizada de vinhos, a partir de suas características gustativas, para acompanhar pratos elaborados das culinárias tradicional, regional e criativa, ressaltando suas características e criando um conjunto sensorial de grande prazer.
    As sugestões aqui apresentadas não constituem regras absolutas, mas apenas uma diretriz para suas experiências pessoais de combinação de vinhos e pratos.
    A preferência pessoal e a criatividade certamente o levarão a novas descobertas nessa apaixonante e rica área de pesquisa e divertimento.
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    Antes das Refeições - Aperitivo


    Espumante Brut

    (Champagne, Sekt, Cava, Vin Mousseux, Prosecco, Blanquete de Limoux, etc.)
    Vermute seco
    Martini, etc
    Fortificado seco
    Jerez (Espanha), Porto branco seco (Portugal)
    Vinho branco seco
    Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Grigio,
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    Na Sobremesa


    Vinho Branco Doce de Qualidade


    Sauternes (França) , Alsace (Vendange Tardive e Séletion de Grains Nobles), Tokay (Hungria) e os alemães com os predicados ("mit Predikat"): Auslese, Beerenauslese, Trockenbeerenauslese e Eiswein

    Vinho Fortificado Demi-sec ou doce


    Porto (Ruby, Tawny, LBV, Vintage, etc.), Jerez(Amoroso, Oloroso ou Cream); Madeira (Verdelho, Boal ou Malmsey), Moscatel de Setúbal, Banyuls, Moscato d`Asti, Banyuls, Marsala, Málaga (Lagrima Christi), etc.

    Espumante Demi-sec ou doce
    Asti (italiano), Cava (espanhol), Champagne Doux(francês), Sekt Suß (alemão), Blanquete de Limoux (francês) e outros espumantes
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    Como Digestivo

    Destilados de uva
    Cognac, Armagnac e Marc (franceses), Bagaceira (portuguesa), Grapa ou Graspa(italiana), etc.
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    Às Refeições
    Peixes e Frutos do mar

    Grelhados ou em molho leve ou crus (sushi)
    Espumante brut ou demi-sec
    Vinho branco seco frutado jovem ou levemente maduro
    Evitar os vinhos brancos com presença de madeira (fermentados ou maturados em barrica), exceto no caso de peixes defumados.

    Em molhos fortes


    Branco maduro de boa estrutura,
    Rosé seco de qualidade
    Tinto jovem de leve ou médio corpo
    Bacalhau

    Tinto jovem ou de médio corpo
    Branco maduro, de bom corpo
    Anchova, atum, salmão e sardinha

    Tinto jovem ou de médio corpo
    Branco maduro
    Rosé de boa estrutura
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    Carnes Brancas


    Grelhadas ou em molho leve
    Espumante brutBranco seco de boa estrutura, jovem ou maduro
    Tinto jovem ou de médio corpo
    Grelhadas em molho forte
    Tinto maduro de médio corpo a robusto

    Caças de penas, Pato, Coq au Vin


    Tinto maduro de médio corpo a robusto

    Peru


    Tinto leve ou de médio corpo
    Branco seco de boa estrutura


    Foie Gras


    Branco doce de alto nível(Sauternes, Tokay, etc.)
    Fortificado doce (Porto Vintage, LBV, Colheita, etc.)
    Espumante de qualidade (Champagne Milesimé, Espumante Tradicional, etc.)
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    Carnes Vermelhas


    Grelhadas ou em molho leve
    Espumante brut
    Tinto jovem leve ou de médio corpo


    Em molho forte

    Tinto maduro de médio corpo a robusto

    Caças de pêlo


    Tinto maduro robusto
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    Massas


    Em molho leve ou branco
    Espumante brut
    Branco jovem ou maduro
    Tinto jovem leve ou de médio corpo
    Em molho condimentado ou vermelho


    Espumante brut de boa estrutura
    Tinto maduro de médio corpo a robusto
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    Queijos


    Fresco de massa mole(Frescal, Ricota, Requeijão)

    Branco ou tinto jovem e leve
    Fresco de massa filada

    (Mozzarela)

    Branco ou tinto jovem e lev

    Maturado de massa mole(Brie, Camambert e Coulommiers)

    Branco maduro
    Tinto jovem a maduro encorpado


    Maturado de massa filada(Provolone)

    Branco maduro
    Tinto jovem ou pouco envelhecido


    Maturado de massa cozida(Emmental, Gouda, Reino, Prato, Saint-Paulin, Tilsit, Port-Salut)

    Tinto maduro de bom corpo

    Maturado de massa semidura(Roquefort, Gorgonzola, Stilton, Danablue)

    Tinto maduro robusto
    Branco doce superior
    Fortificado doce


    (Parmesão, Pecorino)


    Tinto maduro robusto
    Fortificado


    Observação
    Espumantes de qualidade, em especial os Champagnes, combinam com todos os tipos de queijo
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    Alimentos que não combinam com vinho

    O assunto é bastante polêmico.

    Os alimentos aqui mencionados são citados em diversas fontes da literatura enogastronômica.

    Alguns desses alimentos podem combinar com certos vinhos conforme sua preparação e acompanhamentos, estão sublinhados.
    Temperos acentuados

    curry, dendê, shoyu, wasabi, etc.

    Alimentos ácidos

    vinagre, limão, laranja, grapefruit, kiwi, etc.

    Algumas verduras e legumes

    alcachofra, aspargo, couve, etc.

    Outros


    ovo, chocolate, sopa, feijoada

    Fonte: http://www.academiadovinho.com.br/harmonizacao.php
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