Gestão - Alimentos & Negócios

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quarta-feira, 6 de março de 2013

3 alimentos que possivelmente não comeria se soubesse como são feitos

A maioria das pessoas prefere não saber como são elaborados certos alimentos. Se você não fizer parte desse grupo, continue lendo pois vai se inteirar com quais ingredientes se fazem alguns produtos que comemos no nosso dia a dia. Possivelmente alguns deixem de apreciar estes alimentos ao chegar ao final do post.

 1º Alimento: Gelatina



 Se existe um produto inofensivo, esse é a gelatina. É um alimento livre de colesterol, sem conservantes nem aditivos, que os médicos recomendam para prevenir a osteoporose e a artrose, entre outros benefícios. No entanto, sob seu aspecto inocente e tremelicante oculta-se um monstro. A gelatina é formada por 90% de proteínas obtidas do colágeno. Qual é a matéria prima do colágeno? Recortes de couro do gado sem curtir e partes frescas da cabeça e ossos, cujas gorduras são retiradas, que trituram antes de completar 24 horas do sacrifício do animal, para serem transformados em osseína. Depois de lavá-los várias vezes com ácido, o couro e a osseína são expostos a uma solução de cal, entre 5 e 10 semanas. A substância extraída é depois esterilizada a 145 graus e rapidamente esfriada para solidificar. Daí, pode ir direto para sua cozinha.

2º Alimento: Chouriço
 Também conhecida como morcilha ou morcela dependendo da região do país, é um embutido feito com sangue de porco coagulado. Primeiro, lavam-se as tripas do porco com sabão e limão repetidas vezes, até deixá-las sem cheiro. O recheio é preparado colocando-se em um panela o sangue fresco do animal condimentado com alho, cebola, açúcar, sal e orégano. Depois de fervido, dá se um nó na extremidade da tripa que é recheada com os ingredientes citados anteriormente com um funil. Outro nó na tripa e ferve-se novamente durante trinta minutos. Se ao mastigar notarmos algo duro na boca, como uma cartilagem, é porque em muitos casos acrescentam triturados de cabeça e miúdos na panela.

3º Alimento: Patê
 Tem muita gente que não vive sem ele apesar de nem imaginar de como é feito. O patê é elaborado com o descarte de vísceras e de carne de diferentes animais, como vacas, porcos e patos. Para conseguir a textura, o sabor e a consistência que conhecemos, agregam farinhas, temperos, leite, conservantes e outros vários aditivos. Ainda que em geral predomina o sabor de fígado, não é o ingrediente que mais abunda na mistura.

E aí, continua com o mesmo conceito? É essencial que o consumidor saiba como são fabricados os alimentos que consomem. Estejam sempre alertas. Sejam conscientes! 

Gestão Alimentos & Negócios. 


quinta-feira, 21 de julho de 2011

Açúcar Sustentável

Quem pensou em ouvir essa ( nesse caso aqui, ler)? Pois bem, essa é uma novidade que está chegando ao mercado. Quem deve ter gostado mesmo dessa novidade foi o meio ambiente. Já que o padrão Bonsucro utiliza o melhor manejo da cana-de-açúcar, onde é identificado e tratado os principais impactos sociais e ambientais da produção de cana-de-açúcar, entre eles as áreas como ao que refere a adequação da legislação, impactos provocados pela biodiversidade e os ecossistemas, direitos humanos, produção e processamento.

Está em São Paulo a primeira fábrica a ter sua produção de cana-de-açúcar certificada pelo novo padrão de sustentabilidade Bonsucro. “Isto provocará uma mudança definitiva na indústria de cana-de-açúcar”, afirma Kevin Ogorzalek, presidente do Conselho da Bonsucro e também coordenador do programa do WWF-EUA.

“O açúcar é onipresente em nossa vida – na mesa, nas bebidas e alimentos que ingerimos. A cana-de-açúcar também está cada vez mais presente nos tanques de gasolina. Este é o motivo pelo qual a Rede WWF trabalha com influentes líderes de mercado para fazer com que commodities chaves, como a cana-de-açúcar, sejam cultivadas de uma maneira que assegure o uso mais sustentável dos recursos naturais. Por meio de abordagem baseada no mercado, a Rede WWF continuará a trabalhar junto com a indústria para a adoção do padrão e assim ajudar a conservar habitat essenciais, que estão no cerne de nossa missão.”


A cana-de-açúcar é um dos cultivos mundiais que tem mais sede e sua produção pode ter grandes impactos globais sobre o abastecimento e a qualidade da água e os ecossistemas nos quais ela é produzida. As principais áreas de produção de cana-de-açúcar incluem regiões importantes para a biodiversidade mundial como, por exemplo, a Mata Atlântica e o Mekong (no Sudeste Asiático). A cana-de-açúcar é usada como açúcar de mesa e na produção de alimentos, bebidas adoçadas, ração animal, melaço de cana, bioeletricidade e biocombustíveis.


A primeira certificação de acordo com o padrão de sustentabilidade ambiental e social da Bonsucro é a da usina Raízen Maracaí, com uma produção de mais de 130 mil toneladas de açúcar e 63 mil metros cúbicos de etanol. O primeiro comprador do açúcar certificado foi a engarrafadora local da Coca Cola.


Bonsucro é uma iniciativa mundial por parte de múltiplas partes interessadas para reduzir os impactos ambientais e sociais da produção de cana-de-açúcar. Ela foi desenvolvida a partir de outro movimento mais antigo, a Iniciativa pela Melhor Açúcar-de-Cana, da Rede WWF...


“Como parte de nossos esforços para tornar sustentável a base do mercado mundial de açúcar, o foco da Rede WWF será, agora, trabalhar junto aos produtores para promover a certificação conforme o padrão Bonsucro, bem como trabalhar com os líderes da indústria e com seus principais compradores para que eles assumam o compromisso em relação a seus fornecedores”, disse Ogorzalek.


“O Brasil demonstrou ter grande liderança ao fazer com que a indústria se aproxime de um modelo de negócio mais sustentável. A Rede WWF continua compromissada com o trabalho junto às partes interessadas nessa região para monitorar e continuar a aperfeiçoar os padrões, e garantir que eles resultem, efetivamente, na conservação do meio ambiente.”


“Considerando a demanda por água da lavoura de cana de açúcar, a certificação é um alento para o futuro mais sustentável do cultivo, para fazer frente às necessidades globais de biocombustíveis, que certamente irá alavancar o cultivo de cana”, disse Samuel Barreto, coordenador do Programa Água para a Vida, do WWF-Brasil. Além disso, segundo Barrêto, o estimulo à participação é da cadeia produtiva é fundamental para estimular e promover boa governança nas bacias hidrográficas.


Para o coordenador do Programa Agricultura e Meio Ambiente, do WWF-Brasil, Cássio Franco Moreira, coordenador do Programa Agricultura e Meio Ambiente do WWF-Brasil, trata-se de um avanço considerável para garantir a sustentabilidade ambiental futura da produção de açúcar e etanol.


“Para o Brasil, é a melhor maneira de aproveitar de forma racional e sustentável sua inequívoca liderança nestes segmentos”, avaliou Cassio Moreira. Franco Moreira coordenador do Programa Agricultura e Meio Ambiente do WWF-Brasil.


 
Fonte: http://bagarai.com.br/acucar-sustentavel-chega-ao-mercado.html

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Novidades Gastronomicas

Quando o assunto é novidade (talvez não pra muita gente), não podemos deixar de postar.
Pode até parecer um pouco esquisito no primeiro momento, mas a reação ao provar essas "iguarias físico-químico" (toda a alimentação é pura física e química) ficará para sempre na recordação.

Reportagem do Jornal Bom Dia Brasil:
Gastronomia molecular surpreende paladar com ‘efeitos especiais’.Com ingredientes que parecem extraídos da tabela periódica, surgem pratos que surpreendem, numa combinação inusitada de aromas e sabores.

http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/04/gastronomia-molecular-surpreende-paladar-com-efeitos-especiais.html 

Uma surpresa: fumaça sai pelo nariz na hora de comer. A salada de tomate parece um enroladinho, e o azeite de oliva, uma farinha. O espaguete, na verdade, é uma moqueca de peixe. Isso é possível graças à combinação de ciência e gastronomia.
Com ingredientes que parecem extraídos da tabela periódica, surgem pratos que confundem e surpreendem. São as receitas da gastronomia molecular, um ramo da culinária dedicado ao estudo de fenômenos físicos e químicos que ocorrem durante a preparação dos alimentos, trazendo novos resultados nutricionais e, principalmente, uma combinação inusitada de aromas, sabores e texturas.
Recém chegado a Joinville, em Santa Catarina, o chefe de cozinha Fábio Mattos mostra o que aprendeu em 18 anos de estudo nos Estados Unidos. Começa apresentando uma marca da gastronomia molecular: as espumas sólidas.
“Nós vamos fazer o ar de uva, que é suco de uva e lecitina de soja. A espuma mantém a integridade dela, pode comer ela como se fosse um prato sólido”, prepara o chefe Fábio Mattos.
Hora de servir a sobremesa. “É uma pipoca que a gente carameliza em nitrogênio liquido. Ela é completamente dura, completamente gelada, a -195°C. O efeito dela saindo da boca é como se fosse um bafo de dragão”, explica o chefe.
A orientação é mastigar logo e não deixar em cima da língua. Apesar dos efeitos, digamos, especiais, todos os ingredientes são 100% naturais.
“Aquela pipoca explodindo na boca, aquele vapor todo saindo, todo mundo rindo, é uma confraternização”, elogia um cliente.
“Eu falo para as pessoas que foi a maior surpresa gastronômica da minha vida, sem nenhum exagero”, conclui o empresário Roberto Dressel.

Para saber mais:
http://qcozinhando.webs.com/gastronomiamolecular.htm 

Gastronomia Molecular

"A Gastronomia Molecular é um ramo da ciência dos alimentos. O seu objectivo é analisar do ponto de vista científico os fenómenos que ocorrem quando se cozinha e se degustam os alimentos.
Distingue-se das ciências alimentares tradicionais por o seu objecto de estudo serem as preparações em pequena escala (a nível doméstico ou de restaurante), e não as industriais, e ainda por considerar a alimentação como um todo: os ingredientes crus, a sua preparação e, finalmente, a forma como são apreciados pelos consumidores. É, assim, uma área de estudos interdisciplinar que envolve a física, a química, a biologia e a bioquímica, mas também a fisiologia, a psicologia e a sociologia.
A Gastronomia Molecular estuda todos os tipos de cozinha e o conhecimento obtido permite compreender e melhorar também todas as cozinhas, das mais tradicionais às mais vanguardistas, em qualquer país ou continente. Para além da sua contribuição para optimizar resultados, o conhecimento produzido por esta ciência também permite a introdução de técnicas culinárias inovadoras. Este aspecto, embora não constitua o principal objectivo, é o que mais desperta a atenção e o interesse.
Nos últimos anos a atitude perante a cozinha e a comida foi radicalmente alterada. Além dos aspectos nutricionais, são cada vez mais associados à alimentação aspectos lúdicos. As pessoas querem ser surpreendidas e querem aventura. O objectivo das cozinhas mais inovadoras é assim desafiar os sentidos e a imaginação de forma a maximizar sensações. Deste ponto de vista a contribuição da ciência é fundamental, já que mais conhecimento significa melhores resultados, um processo criativo mais eficaz e uma maior qualidade.
A introdução destas novas técnicas permite introduzir características estéticas e até lúdicas nos pratos que de outra formas não se podem obter. De facto, nos últimos anos têm sido postos à disposição dos cozinheiros um conjunto de produtos usados pela indústria alimentar há décadas, mas que ainda não tinham chegado às cozinhas. Estes ingredientes (espessantes, gelificantes, emulsionantes, enzimas e liofilizados), o uso de azoto líquido ou de novo equipamento de cozinhas (banhos termostatizados, máquinas de vácuo ou de destilação, por exemplo) permitem alterar texturas e introduzir características inovadoras nos pratos.
O que fica de tudo isto? Ainda é difícil saber... estamos numa fase de mudança, é necessário encontrar o equilíbrio, integrar toda esta novidade. O tempo ditará quais destas técnicas vieram para ficar, contudo todas elas contribuem para uma evolução na cozinha."

Outro site que fala sobre o tema:
http://www.lesclementines.com.br/2010/08/tendencia-cozinha-molecular.html

segunda-feira, 28 de março de 2011

Arroz nosso de cada dia!!!

As variedades de opções atraem muitos consumidores, principalmente pelo novo ou o menos comum. Com o arroz não é diferente. Sabe da existência de diferentes tipos é bom para quem deseja variar o cardápio e conquistar o estomago dos consumidores.
Segue uma reportagem bastante interessante sobre vários tipos de arroz e seu valor nutricional.

Conheça nove tipos de arroz para colocar no prato
Além do branco e do integral, existem outros tipos que podem fazer parte do cardápio
Por Fernando Menezes
Matéria extraída do site:http://msn.minhavida.com.br/conteudo/13043-Conheca-nove-tipos-de-arroz-para-colocar-no-prato.htm

Um prato tipicamente brasileiro não deixa de fora a dupla arroz e feijão. E mesmo com uma combinação tão tradicional, dá para variar o cardápio e contar com os benefícios a nossa saúde e à dieta. Já pensou em substituir o arroz branco por uma outra versão? Integral, negro ou parboilizado, contabilizamos nove tipos de arroz mais encontrados no Brasil. "O arroz é um cereal importante por ser uma boa fonte de carboidratos. Ele também contém proteínas e fibras e, em algumas versões, é fonte de vitaminas e minerais", diz a nutricionista Audrey Abe, da rede Natural em Casa. Cada um possui uma qualidade específica, seja em relação ao seu valor nutritivo ou na mudança de sabor. Conheça mais sobre cada variedade.  

Polido ou agulha

Esse é o arroz mais comum, também chamado de arroz branco ou tradicional. Como tem sua "casca" retirada durante o seu processo de fabricação - por isso recebe o nome de polido - não é um dos tipos de arroz mais nutritivos. O seu ponto forte é ser o mais barato, mais fácil de encontrar e o que tem maior funcionalidade, podendo ser usado para fazer uma lista grande receitas. Além disso, o arroz polido é que demora menos tempo para ficar pronto. A proporção de água deve ser de uma xícara de água para cada duas de arroz, para que ele fique macio sem ficar com o aspecto "papa" ou grudento.

Arroz integral

Por não passar pelo processo normal de industrialização, o arroz integral mantém a camada externa do grão, conservando as suas principais qualidades e contém três vezes mais fibras do que o industrializado, cinco vezes mais vitaminas e quatro vezes mais magnésio. "Além de ter vitaminas A, B1, B2, B6, B12 e minerais, é rico em fibras, que ajudam a manter o intestino regulado", diz a nutricionista. O integral pode ser encontrado com facilidade, mas o seu preço é maior que a versão tradicional.
Na hora de preparar um prato com arroz integral, é importante lembrar que ele demora mais para ficar pronto e precisa de mais água para ficar com uma consistência boa para consumo. Deve-se usar o mesmo número de xícaras de água e de arroz e esperar pelo menos duas vezes mais tempo até tirá-lo da panela.

Arroz parboilizado

Esse tipo de arroz, assim como o integral, está caindo cada vez mais no gosto dos brasileiros. Ao passar por um tratamento hidrotérmico (água fervente), que consiste em cozinhar parcialmente os grãos com casca, parte das vitaminas e minerais passam da casca para o interior do arroz, aumentando o valor nutritivo e concentrando uma maior quantidade vitaminas do complexo B em cada grão.
"O processo hidrotérmico enriquece a parte interna do arroz, deixando-a com valores nutritivos próximos ao arroz vendido com casca. Além disso, a temperatura superior a 58 graus usada no processo de parboilização muda a composição do amido, fazendo com que o arroz absorva ainda mais nutrientes da casca", diz Audrey Abe.
Facilmente encontrado, principalmente em lojas de produtos naturais, esse tipo de arroz segue o mesmo padrão de preparo do arroz branco, já que não tem casca.

Arroz Cateto ou Japonês

Como o próprio nome já diz, essa variedade é a base da culinária japonesa. Com grãos curtos, curvados e um pouco transparentes, têm grande quantidade de amido e, após o preparo, tende a ficar mais macio e cremoso, se comparado com o arroz polido. Ele também pode ser encontrado com grãos que mantêm a sua casca e o gérmen, concentrando assim o seu valor nutricional. "Esse tipo de arroz também tem a sua versão "integral", que conserva maiores quantidades de vitaminas do complexo B e minerais", explica a nutricionista.
Para deixar o arroz cateto mais macio, sem que ele fique grudado, é importante deixá-lo um pouco mais de tempo cozinhando do que o arroz tradicional, seguindo o padrão de uma xícara de água para cada duas de arroz.

Arroz arbóreo

Possui o grão mais arredondado e concentra bastante amido, conferindo consistência cremosa. Também tem uma incrível capacidade de absorver condimentos. Por isso, é o mais indicado para preparações de risotos. "Como não possui casca e não passa por nenhum processo que conserve seus nutrientes, o arroz arbóreo tem o mesmo valor nutricional do arroz tradicional", diz Audrey Abe. Ele pode ser encontrado em redes de supermercados normais, e o seu modo de preparo é o mesmo do arroz tradicional.

Arroz basmati ou indiano

Famoso por seu aroma adocicado de nozes, o diferencial do arroz basmati em relação ao comum é o seu gosto mais forte e a sua capacidade de reter água durante o preparo sem que os grãos fiquem grudados uns nos outros. "Os grãos deste tipo de arroz são bem mais longos e ficam ainda mais compridos quando cozidos. Mesmo que os níveis nutricionais sejam praticamente iguais aos do arroz branco, ele pode ser usado em ocasiões especiais para variar o cardápio", diz a especialista.
O arroz indiano é mais caro que o tradicional, e só é encontrá-lo em lojas especializadas em produtos naturais ou orientais. Como já possui um gosto bastante característico, ele dispensa a adição de temperos durante o preparo.

Arroz vermelho

O arroz vermelho é rico em monocolina, substância que pode auxiliar na redução do nível de LDL (colesterol ruim) no sangue, aquele que pode causar infartos e derrames cerebrais.
Além disso, segundo a nutricionista, o extrato desse tipo de arroz pode auxiliar na circulação sanguínea, na digestão e nas funções intestinais. Apresenta também três vezes mais ferro e duas vezes mais zinco que o arroz branco. O preparo pode ser feito da mesma maneira que o arroz tradicional. Ele também é bastante acessível e pode ser encontrado em redes de supermercados.

Arroz negro

Apesar de ainda não ser muito popular, o sabor e a cor acastanhada do arroz negro podem ser novidade por aqui, mas já é conhecido na China há milhares de anos. "Este tipo de arroz contém 20% a mais de proteínas e 30% a mais de fibras em relação ao arroz integral", diz Audrey Abe. Quer mais? Ele tem um elevado teor de ferro, menos gordura e menor valor calórico. Análises do produto também apontaram o grande conteúdo de compostos fenólicos, substâncias antioxidantes, que combatem os radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce, doenças crônico-degenerativas, problemas cardiovasculares e até câncer.

Ainda tem o arroz selvagem
Características: Grãos compridos e finos, de cor escura e textura crocante. Um tipo de arroz muito valorizado na gastronomia internacional.O arroz selvagem é rico em proteínas, no aminoácido lisina e fibras, com baixo teor de gordura. Do mesmo modo que o arroz verdadeiro, não contem glutens. É ainda boa fonte de fósforo e potássio, e das vitaminas tiamina, riboflavina e niacina. É rico em nutrientes e pouco calórico.
Preparação: geralmente utilizado em preparações como arroz polido. Isso porque, além de custo elevado, não é macio como o arroz polido após o cozimento.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Os restaurantes mais exóticos do mundo

Observando a reportagem sobre os restaurantes, percebi que para agradar o cliente é preciso:
  • INOVAÇÃO
  • CRIATIVIDADE
  • UM POUCO DE LOUCURA
  • E ACIMA DE TUDO, PEGAR OS CLIENTES DE SURPRESA...
Garçons-robôs, mesas no fundo do mar, pratos em forma de vasos sanitários e mais esquisitices; confira os lugares que oferecem muito mais do que apenas uma boa refeição
Sair para comer fora ou jantar em algum restaurante elegante pode ser algo muito divertido e agradável. Porém, a coisa muda de figura quando você encontra algum lugar cheio de peculiaridades inéditas. Quer conhecer os restaurantes mais raros do planeta? Prepare-se para uma viagem gastronômica diferente de tudo o que você já viu.
http://viagem.br.msn.com/galeriadefotos.aspx?cp-documentid=25948266

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

ALIMENTOS CONGELADOS

Um saboroso mundo a menos de zero grau. Definitivamente os alimentos congelados entraram no cardápio de boa parte das casas brasileiras, uma opção para quem quer ou não pode dispor de horas picando temperos na beira de um fogão mas também não abre mão de uma alimentação saudável e saborosa.
O congelamento é um processo de conservação e não de melhoria de matéria-prima. É considerado o melhor método de preservação dos mais variados produtos, mesmo daqueles tidos como perecíveis.
Os principais clientes desse tipo de produto são as mulheres que trabalham fora, e que não têm empregadas domésticas, os homens que moram sozinhos e que preferem comer em casa e pessoas interessadas em uma alimentação balanceada por conta de dietas.

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