Gestão - Alimentos & Negócios

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domingo, 10 de junho de 2012

Acessibilidade em bares e restaurantes

Olá,
Um assunto bastante importante para quem deseja abrir ou já tenha uma estabelecimento é a observância da  Acessibilidade. Permitir que o acesso de seu estabelecimento seja feito por todos é uma obrigação e um dever a cidadania as pessoas com deficiência.
A matéria abaixo mostra um pouco sobre esse assunto:

Assim que um empresário decide abrir um bar ou restaurante é necessário observar se o local já é acessível, ou se nele é permitido fazer reformas para adaptá-lo aos requisitos atuais de acessibilidade.
E o que é considerado um ambiente acessível? É definido como acessível um local livre das barreiras que impeçam o fluxo dos clientes pelo estabelecimento, desde a entrada.
E por que se preocupar com isto? A acessibilidade além de ser uma lei cada vez mais fiscalizada, é um ato de cidadania e mostra a preocupação que a empresa tem com as pessoas. Um espaço acessível facilita o deslocamento de todos, e consequentemente auxilia nos fluxos de funcionários e mercadorias. Também beneficia a visualização do cliente sobre determinado produto ou serviço, o que pode acarretar em aumento de vendas e a satisfação final do consumidor.
Abaixo seguem estão alguns itens da norma brasileira de acessibilidade para restaurantes, bares e similares:
1. É necessário que pelo menos 5% do total das mesas, com no mínimo uma, seja acessível à pessoa cadeirante. Esta porcentagem também é válida para o buffet e caixa. As mesas devem ser integradas às demais, para que sejam oferecidas todas as habituais comodidades e serviços disponíveis no local. Em alguns estabelecimentos observam-se certas incoerências em relação ao assunto, por exemplo, espaços destinados às pessoas com mobilidade reduzida localizados no segundo pavimento, com o acesso obrigatório realizado por escadas, ou mesas isoladas do restante do salão. O cliente está cada vez mais informado e percebe quando as adequações são excludentes.
2. O estabelecimento deve oferecer exemplares do cardápio em braile.
3. Atente-se para as medidas, principalmente em relação às alturas. Nos balcões de auto-serviço, a altura máxima é de 85 cm.Também é necessária uma área de aproximação de 90 cm. Veja a figura 1.
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4. Os caixas de pagamento e atendimentos rápidos devem possuir altura máxima de 105 cm do piso. Veja figura 2.
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E lembrem-se! Não devemos considerar somente como beneficiários os portadores de algum tipo de necessidade especial permanente, mas também os portadores de necessidades especiais momentâneas, que podem ser qualquer um de nós, em determinada época da vida. A gravidez, uma perna quebrada, torção no pé ou até mesmo uma gripe, deixam as pessoas incapazes de exercer uma atividade com a mesma intensidade. E nestes momentos, como seria bom se não existissem degraus, se o local fosse bem sinalizado, se as rampas e passeios tivessem a inclinação correta e demais condições de acessibilidade respeitadas.

Fonte: http://gestaoderestaurantes.com.br/blog/index.php/2012/05/16/acessibilidade-em-bares-e-restaurantes/

Autoria: Drielly Madeira – Designer de interiores do escritório M&N Ambientes, pós-graduada em Gestão de Marcas e Identidade Corporativa. Site: http://www.mnambientes.com/; e-mail: contato@mnambientes.com Fone: (31) 3654 3013 // (31) 9821 4275

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Controle de Custos




Algumas definições:

  • Custo: é o conjunto de gastos, os quais ocorrem para a existência de um produto e/ou serviço prestado.
  • Custo da refeição: resulta da relação entre as despesas totais realizadas e o número das refeições que foram produzidas.
  • Despesas: resulta dos valores pagos por mercadorias, serviços, mão de obra, impostos, ou seja, todos os gastos necessários para a realização e manutenção do serviço.
Classificação dos Custos

Os custos se classificam em:

Variáveis - os custos sofrem variação em função da produção, quando estiver relacionado a: água, luz, gás, material de limpeza, etc;
Fixos - os custos não variam em função da produção quando estiver relacionado a: salários dos empregados, encargos sociais, seguros, aluguel, etc;

Custo da refeição, calcula-se com base nos gastos seguintes:

  • Matéria-prima
  • Mão de obra
  • Encargos sociais
  • Energia elétrica
  • Gás
  • Água
  • Material de higiene
  • Depreciação dos equipamentos
  • Descartáveis.
Como Calcular o Custo da Refeição

Calcula-se através do cardápio padrão mais somatório de todas as despesas dividido pelo número de refeições. CP + D/R = CR (custo refeição)
e, através do custo do cardápio diário, o qual é encontrado pelo somatório do per capta, fator de correção, peso bruto, preço unitário de cada gênero alimentício.

Per capta

É a quantidade suficiente para atender um indivíduo/ comensal, atendendo através deste um grupo de pessoas. Sendo o principal instrumento para a que se possa elaborar os custos em um cardápio e esta relacionado ao peso liquido do alimento.
Ex.: Batata doce com charque (p/ uma pessoa) -
batata doce: 70 g
charque: 40 g

Fator Correção ou Índice de Partes Comestíveis

Refere-se ao peso bruto, ou seja, in natura e ao peso líquido, depois do processo.
É necessário para planejar a quantidade do cardápio e os seus gêneros, utilizando as fórmulas:

PL: PB/FC
PB: PL x FC

Ex.: utiliza-se em uma receita 300g de cenoura descascada, de acordo com a ficha técnica do preparo da receita, sabe-se que o fator correção para este alimento é de 1.51 e que custa 0,90 centavos o quilo, logo usa-se a fórmula: PL X FC =300 x 1,51 = 453 g.
Para achar o custo da refeição: PB X VALOR = 453 x 0,90 = R$ 0,41.

Vale para vários tipos de alimentos, como beterraba, nabo, abóbora, alface, acelga, em fim as hostalícias em geral.


Percentual de Desperdício (%D)

%D = (PB - PL) x 100/ PB

Percentual de Utilização (%U)

%U = PL x 100/ PB

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Evite o desperdício



Evite o desperdício

Sem duvida uma das coisas que mais atormenta os gestores do serviço de alimentação é o desperdício. O problema é de cunho econômico e também social. Quando não se tem um controle de logística empresarial em cima dos cálculos de per capita (quantidade média consumida por cada pessoa) o problema aparece. Bem como a falta de cuidado no manuseio e armazenamento dos materiais leva ao desperdício.
Existem varias maneiras de se evitar e amenizar as causas e ajudar a empresa não ter prejuízos sérios.  A observação desde a chegada da matéria prima, passando pelo estoque, a sua manipulação correta até chegar à mesa do cliente. Equipamentos com mau funcionamento pode acarretar prejuízos, como o condicionamento inadequado de todo o produto, o que requer verificação constante do bom funcionamento.
A palavra chave é PLANEJAMENTO. Num país como nosso onde a carência alimentar ainda é grande, seria uma falta de consciência favorecer a perca de alimentos. 

Tecnologia contra o desperdício de alimentos


O Brasil está entre os países campeões do desperdício de alimentos no mundo. Em média, entre 20% e 30% de tudo o que produz se perde no trajeto do campo à mesa. Os números são igualmente alarmantes no setor de restaurantes. Somente no Rio de Janeiro, por exemplo, um milhão de refeições vai para o lixo todos os dias.

Entre as iniciativas que buscam reduzir o desperdício, é notável o esforço de muitas empresas do setor alimentício em investir em recursos tecnológicos. Os mais modernos softwares de automação permitem a gestão efetiva do estoque em bares, restaurantes e outros estabelecimentos do gênero. É uma alternativa para reduzir ou mesmo evitar o desperdício de alimentos perecíveis, situação que pode responder por um aumento de até 35% no preço do produto final para o consumidor.

Como a redução de custos é o fator mais maleável na equação que determina a rentabilidade de um negócio, o controle de estoque representa uma medida indispensável não apenas para supermercados ou grandes redes de fast food - que se preocupam com a economia em escala -, mas também para pequenos estabelecimentos, nos quais os benefícios podem ser ainda mais significativos.

Um bom sistema de automação comercial deve, obrigatoriamente, contemplar os mais diversos processos na operação de uma empresa. O controle do estoque é parte fundamental no gerenciamento do negócio, tanto quanto a gestão financeira ou o atendimento ao cliente.

Para melhores resultados, o ponto de venda deve estar interligado ao estoque, permitindo a baixa automática do que é comercializado. É possível acompanhar a quantidade disponível de qualquer mercadoria com base em gráficos e relatórios diários. A integração permite até que novos pedidos sejam feito automaticamente, via internet, sempre que necessário. Essa medida evita o desperdício decorrente de uma compra exagerada e impede a desagradável situação de ficar sem um produto.

A tecnologia é também uma ferramenta eficaz para o planejamento de restaurantes. Com base no histórico de vendas, é possível trabalhar com estoques adequados à demanda, estabelecendo previsões de freqüência muito próximas à realidade. O lojista pode estimar quantos e quais tipos de pratos irá vender no Dia dos Pais ou quantos clientes terá em suas mesas no Dia dos Namorados. Em épocas normais, terá um panorama dos horários e dos dias de maior demanda na semana.

Com esses números, é possível formar um estoque de mercadorias ajustado às necessidades. Se as previsões forem de um consumo de cem quilos de carne e outros cem de batatinhas, uma compra de 120 quilos dessas mercadorias será suficiente para operar com margem de segurança, evitando qualquer tipo de desperdício ou escassez de alimentos.

*Márcio Blak é consultor em automação comercial e diretor da Blak Informática.

Fonte: Ex-Libris Comunicação Integrada

Indicamos um artigo bastante pertinente ao assunto?

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Saiba como aproveitar melhor os negócios no verão




O verão chegou ao seu auge, e você pode aproveitar as altas temperaturas para fazer os seus negócios esquentarem também. É claro que depende do tipo de negócio. Para vender cobertores, por exemplo, não é uma boa época. Segundo Paulo Henrique Bueno Tavares, consultor do Sebrae, alguns segmentos de mercado têm vantagens nesta época do ano, pois, com o calor, o consumo de alguns produtos é maior. Se a sazonalidade do verão é o seu caso, leia a reportagem do InfoMoney com dicas sobre como os empresários podem fazer para faturar mais no verão.

Sol
No segmento de alimentação, os empresários precisam estar atentos para disponibilizar bebidas, como cervejas, sucos naturais, água, pratos leves e sobremesas geladas. Outro setor que precisa estar preparado é o da confecção. A procura por artigos de moda praia e roupas leves aumenta. Se você tem uma loja de roupas, pense em fazer uma decoração temática da estação, por exemplo. Se você tem um supermercado ou uma farmácia, deixe em evidência itens como protetores solares e outros cosméticos. A mesma estratégia deve ser adotada no varejo de eletroeletrônicos. As lojas devem destacar os aparelhos como ventiladores e aparelhos de ar-condicionado.

Chuva
As chuvas fortes que têm caído quase todos os dias em algumas regiões do país aumentam os prejuízos em residências. Casas são atingidas por raios e podem ter a sua pintura deteriorada, por exemplo. Por isso, empresas prestadoras de serviços prediais e de condomínio devem ficar atentas e preparadas para o aumento da procura. Outro segmento que por faturar mais devido às chuvas é o de reparos automotivos. Muitos carros são atingidos pelas enchentes e inundações nas grandes capitais e, por isso, a dica é capacitar os profissionais na oficina mecânica para atender esse tipo específico de demanda.

Publicidade
A propaganda deve ser específica em negócios afetados pela sazonalidade. É aconselhável não misturar outros que não estejam relacionados com o verão. Segundo o coordenador de Graduação da Trevisan Escola de Negócios, Dalton Vesti, os empresários devem aproveitar o momento e focar em propagandas, fazer promoções e oferecer descontos.




Fonte: http://www.blogdosempreendedores.com.br/2011/02/07/saiba-como-aproveitar-melhor-os-negocios-no-verao/
Fonte de Imagem: http://www.abril.com.br/imagem/alimentos-verao-2009-01g.jpg

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Aprendendo a Lidar com as Reclamações.



Para que um negócio sobreviva, além de ter uma boa administração e visão de mercado. Irá precisar que se tenha no mínimo como peça chave um bom atendimento, saber lidar com as pessoas pode ser sim uma tarefa fácil.

Saber lidar com as objeções e porque há resistências na aquisição do serviço prestado é uma etapa fundamental no processo de conquista do cliente. E deste modo a empresa e/ou organização seja no setor de alimentos ou não, estará pronta para cativar o consumidor e mantê-lo fiel ao serviço. Pois, é apartir da ocorrência dos problemas que o cliente monta a sua imagem acerca do serviço da empresa.

Por tanto é importante reconhecer o motivo que gerou a reclamação e/ou da resistência para a aquisição do serviço ou produto pelo consumidor. Para isto irá requerer simpatia e muita compreensão. E apartir do momento, no qual o problema for identificado, é necessário que haja medidas, as quais permitam resolver o problema em questão. Isto sem que o consumidor venha se sentir ainda mais prejudicado com a situação.

Na seqüência será listada algumas políticas, as quais já são aplicadas por muitas empresas. E até então se mostraram eficientes no decorrer da sua aplicação.
  • Ressarcimento: Uma empresa que apresenta uma política de ressarcimento clara e definida em situação que haja algum problema, transparece segurança para o cliente. Já que desta maneira reduz o risco, além de passar e estabelecer um padrão no procedimento para o funcionário. Acarretando em menos conflitos e mais fidelidade por parte do consumidor.
  • Garantias: Esta política já se tornou habitual das empresas e esta é uma das ferramentas mais eficaz para o setor que oferece serviços. Pois, reduz para consumidor o conflito na hora da compra. Passando uma imagem diferenciada da empresa para o consumidor e criando uma imagem de um serviço de qualidade.
  • Compensações: O ressarcimento ao consumidor por eventuais prejuízos não é o suficiente, na verdade a empresa não faz mais do que é certo e sua obrigação. Já que o seu dever é entregar o serviço de forma correta. Mas o que supre e paga o aborrecimento, o tempo gasto, como também a privação do serviço, o qual deveria ser prestado? Compensação é dar além do esperado  diante do prejuízo ocorrido. Superando a expectativa do consumidor e fazendo com que este se sinta recompensado e que saiu em vantagem. Oferecer compensações diminui o problema ocasionado e/ou até mesmo pode apagar a má imagem que foi criada.
  • SAC/ 0800: Este também é uma ferramenta que reduz os conflitos e passa confiança e tranquilidade para o consumidor. Transparecendo que existe o interesse em resolver o problema, buscando uma solução satisfatória.
Estas políticas são essenciais, e a maneira de saber lidar com as reclamações é se preparando, caso elas apareçam. Aplicando e desenvolvendo ainda mais as políticas de procedimentos internos. Criando uma cultura de bom atendimento e voltada para a classe mais importante do negócio. E quem pensa que a alma do negócio é o Marketing, tem razão, em parte. Pois, o cliente também é a parte fundamental desse processo.

Enfim, que a empresa tenha uma política que valorize o cliente, para conquistá-lo e tê-lo fiel ao serviço. Para isso deve ter como lema os seguintes pontos abaixo:
  • Como já foi mencionado antes: O cliente é a alma do negócio e é apartir dele que tudo acontece;
  • Jamais o consumidor depende da empresa e/ou serviço, mas é a empresa que depende do consumidor;
  • Esta é importante: Atender o cliente é uma honra, não um favor (pense nisso!);
  • É apartir das necessidades do cliente que a empresa monta e presta o seu serviço. Por isso o trabalho da empresa é satisfazer o consumidor;
  • O cliente merece o melhor atendimento que a empresa possa oferecer;
  • Atenção! esta é a máxima e fecha com chave de ouro os pontos listados até agora: O cliente pode sim "demitir", não só a qualquer um do serviço, como também o dono. E isso é fácil de fazer, basta o consumidor resolver gastar em outra "freguesia".
Lembre-se: Um cliente satisfeito, leva a sua satisfação adiante, um cliente insatisfeito também, só que em dose dupla. Por isso, é importante que haja monitoramento da satisfação do consumidor.

Até mais!
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